Cor citrina esverdeada. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos e misturando citrinos, maça, pêra e minerais com as notas de madeira. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com mais notas tostadas.
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Vinho Mingorra Grés
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25,00 €
Com IVA
5 a 15 dias úteis


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Amarelo palha ligeiro e brilhante. Aroma muito complexo e multicamada, com notas de fruta de caroço, feno, tosta subtil e notas de panificação. Boca intensa, cheia e ampla, com um equilíbrio notável entre a amplitude e a frescura ácida. Final longo e texturado.
A fruta generosa, a precisão, a complexidade e a concentração, aliada à elegância e fluidez dos mostos, permitiu-nos elaborar vinhos de perfil e riqueza que espelham o terroir único que lhes deu origem.
Frutado no nariz. Aromas de marmelo se destacam, combinados com notas de lichia e maçã verde, além de um toque de cera de abelha. Na boca é frutado e suculento, com boa estrutura de acidez e estilo arredondado. Este vinho oferece notas cristalizadas de citrinos e maçã verde, com alguns toques de frutas exóticas mais leves e um toque de laranja.
O vinho mais caro da região de Bordéus teve um começo muito humilde. Em comparação com os melhores vinhos de Bordéus em Médoc, é também um produtor relativamente novo, apesar de as pesquisas mostrarem que os registos mais antigos sobre a história de Pétrus remontam a meados da década de 1750, tornando-o, igualmente, uma das mais antigas propriedades estabelecidas em Pomerol.
Jean-Francois Moueix e a sua descendência são hoje os proprietários de Pétrus. Quando Jean-Pierre Moueix faleceu em 2003, o seu filho mais velho com o mesmo nome, tomou conta de Pétrus, enquanto, Christian Moueix, o seu outro filho geria a produção. Assim, em 2005 Pétrus beneficiou de uma renovação e modernização das suas caves. O capítulo seguinte para a história de Pétrus abriu em 2008, quando Olivier Berrouet, de 3
Este Quinta Vale D. Maria é produzido com uvas provenientes de vinhas velhas com mais de 60 anos e 41 castas diferentes. É um vinho de grande complexidade com aromas ricos a frutos vermelhos, nomeadamente amora e cereja madura, combinados com notas florais de violeta e esteva. A estrutura é elegante e concentrada, o paladar é suculento, equilibrado e fresco, com um final de boca notavelmente persistente.
A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Cor salmão muito aberta. Aroma leve e fresco e de uma limpeza e pureza singular. Na boca apresenta estrutura, acidez viva, mas amigável; tenso e com um final longo e marcante.
O Monte do Desespero Reserva Tinto 2020 é um vinho cor granada, aroma complexo e súbtil, com notas silvestres, cacau e ligeira tosta, apresenta-se na boca elegante, com taninos delicados e corpo bem estruturado.
O Lilipop Tinto 2019 é um vinho Douro singular da Quinta de Tourais, destacando-se pela sua elegância, frescura (13% alc.) e perfil de field blend (uva mistura) com castas menos comuns como Baga, Jaen e Bastardo. Fermentado em lagar, oferece notas de fruta fresca, bosque e taninos finos, sendo uma opção alternativa aos vinhos robustos do Douro.
Cor de limão amarelo. Aroma muito pronunciado, dominado por toranja e notas minerais. Vinho branco bem estruturado, mas surpreendentemente fresco, devido à acidez de alta qualidade. Final extremamente longo e persistente.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
Apresenta uma cor vermelha intensa com reflexos violetas. O aroma, vibrante e sofisticado, combina frutos silvestres, notas frescas de bosque e um subtil toque de especiarias. Na boca, revela notável equilíbrio e finesse, evoluindo para uma estrutura com taninos firmes, mas polidos, que proporcionam uma textura opulenta e aveludada. Um vinho de grande carácter, que expressa com autenticidade a essência do Douro Superior, culminando num final prolongado e distinto.