Cor alaranjada, aroma marcante a flor de larangeira devido a maceração pelicular. Na boca, surpreendente pela sua invulgar combinação entre estrutura acidez e salinidade.
Fechar arrow_back
Vinho Astronauta
- Escrever comentário
10,50 €
Com IVA
5 a 15 dias úteis


16 outros produtos na mesma categoria:
Aromas de amora, cacau, alguma canela e notas tostadas. Na boca é vivo, excelente acidez, taninos sedosos e um final sedutor e muito longo. É um vinho tinto maravilhoso que envelhecerá de forma notável na garrafa.
A Quinta do Portal é uma empresa portuguesa, familiar e independente que abraçou com toda a paixão o conceito de “Boutique Winery”. Para além da produção de vinhos do Douro e Vinhos do Porto de categorias especiais, ainda se dedica à produção exclusiva de Moscatel do Douro e Azeite.
Este projeto materializado no início dos anos 90 do século XX, teve como base a Quinta dos Muros, uma propriedade centenária da família Mansilha, e o Vinho do Porto que aí era produzido há já 4 gerações. Com uma visão de futuro, apostaram desde logo na criação de vinhos do Douro de classe internacio
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
O Barca Velha de 1983 revela aromas ainda com alguma fruta vermelha, madeira nobre, balsâmico, terroso, tabaco, com ligeiras notas resinosas, mentoladas, especiarias e azeitonas. No paladar, mostra-se seco, estruturado e equilibrado entre acidez e teor alcoólico com taninos de excelente qualidade e persistentes.
A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à frente de uma grande
Cor pálida, com tons de amarelo. Nariz apresenta-se mineral, de rocha basáltica. Fruta branca e tropical do género pera - melão, conhecido como melão-andino. Na boca, uma secura muito interessante, com sal que saliva durante toda a prova, com a mineral idade bem presente. Volume final agradável com acidez equilibrada.
Cor: Palha intensa com ligeiríssimos reflexos esverdeados.
Aroma: Aroma vivo, intenso, revelando já alguma profundidade. Sobressaem os frutos cítricos maduros, ligeiro tropical fresco, flores amarelas e brancas e uma nuance a um aroma apetrolado. Belíssimo conjunto suportado por suaves notas provenientes do estágio em barricas. Mineral.
Paladar: Ataque seco e ao mesmo tempo sedoso. Acidez muito equilibrada e que se prolonga até ao final. Textura densa e ao mesmo tempo elegante. Explosão cítrica e floral.
Final persistente e muito longo suportado pelas sensações de barrica. Muito
coerente.
Cor amarelo dourado, aroma muito complexo e elegante a frutos secos, alperce, mel e flores silvestres. De boa harmonia na boca, com média doçura e boa acidez, mostra excelentes sabores a frutos brancos maduros e algum tostado da barrica.
Durante a vida de qualquer enólogo, há vinhos e momentos que marcam a nossa vida, que merecem ficar que merecem ficar no nosso currículo. Este vinho é um deles. Chamámos-lhe CV - Curriculum Vitae. Cor violeta, vermelho escuro, com groselha preta, cerejas pretas, ameixas e especiarias no nariz e um vinho extremamente equilibrado e frutado e longo.
O Quanta Terra Inteiro é um vinho produzido a partir de uvas de vinhas velhas das castas Touriga Franca e Touriga Nacional. O aroma é marcado por frutos pretos, combinados com notas mineiras, especiarias e nuances balsâmicas. É encorpado, com taninos poderosos e uma extraordinária frescura.
Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas.
Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Um vinho 100% Pinot Noir, que apresenta grande complexidade e textura. Na boca é saboroso, com excelente acidez, de perfil vegetal e final poderoso.
Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta Terra que, à data, era apenas uma ideia.
Um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram
Conjunto Herdade do Sobroso constituído por 2 garrafas do Vinho Elevage Tinto. Um presente que transforma cada momento em algo belamente memorável.
Na boca é volumoso mas fresco, com notas cítricas, fruta de polpa branca e untuoso, com um final prolongado.
O Quinta São Gião é um vinho rosé com reflexos salmão. Apresenta um aroma intenso e sedutor com notas de morango e framboesa. Vinho fresco com um final crocante, revelando na boca o seu carácter tradicional. Destaca-se pela sua versatilidade, adaptando-se aos mais variados momentos de lazer.
Aragonez, Syrah e Alicante Bouschet. Aroma vinoso com amoras, fumo, e uma ligeira doçura especiada/salgada da madeira. Um sedutor malandro. Na boca fica mais sério pelos taninos visíveis, que pedem comida. Termina longo e com ligeiros amargos que convidam a explorar uma tábua de queijos.