Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta uma cor muito concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos e especiarias. Na boca é encorpado, equilibrado e com taninos bem presentes e redondos.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vi
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Billecart Salmon Louis salmon Blanc de Blanc – Blanc de Blancs Brut, AOC Champagne. 100% Chardonnay 12% vol.
Messias Aguardente Velhissima Avô – Aguardente Vínica Velha, Bairrada / 40% vol
Porta da Ravessa, uma marca inspirada na icónica porta do secular Castelo de Redondo. Este vinho tinto Grande Reserva e é obtido pelas castas Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Franca e apresenta-se de cor rubi muito intensa e profunda, com aromas de fruta preta e bagas maduras bem integradas com nuances das barricas de carvalho francês, onde estagiou cerca de 12 meses. Na boca, apresenta-se denso, profundo e estruturado, com um final de grande persistência, conferindo um perfil distinto e cheio de carácter.
Desde 1956 que a Adega Cooperativa de Redondo se dedica aos vinhos alentejanos. Após 65 anos, situada em pleno coração do Alentejo, tem-se vindo a modernizar, adaptando-se também às novas exigências do mercado. Os vinhos produzidos são oriundos das uvas de cerca de
Bollinger grand anne 2012 – Champagne Vintage, AOC Champagne. Pinot Noir/Chardonnay. 12% vol.
Aguardente Mamoré Velhissima – Aguardente Vínica Velha, Alentejo/. 40% vol
Vinho com cor citrina dourada, aromas elegantes de alguma complexidade, com predominância de fruta de caroço e ligeiras notas de madeira, onde fermentou. Boca elegante com untuosidade notória, bem integrada com a acidez, a proporcionar um final agradável e com alguma persistência.
Bollinger grand anne 2005 – Champagne Vintage, AOC Champagne. Pinot Noir /chardonnay
. 12% vol.
Robert Parker 93/100
Howard's Folly Sonhador rosé é produzido no nordeste do Alentejo, em Portalegre, junto aos contrafortes graníticos da Serra de São Mamede. É nesta serra que as temperaturas mais frias e as vinhas antigas unem-se para criar um vinho de exímia complexidade e frescura.
Com aromas complexos que relembram frutos silvestres maduros, geleia de framboesa e um toque de baunilha, é no paladar que revela o seu verdadeiro carácter. Uma acidez vibrante com um corpo generoso, cativa com um fim de boca prolongado e profundo.
Howard's Folly é uma mistura inspiradora de uma parceria inovadora entre o enólogo chefe, David Baverstock, e o empresário, Howard Bilton. Juntos aliam a sua paixão por enaltecer o melhor das castas portuguesas e produzir, de forma consistente, deliciosos vinhos.
Bolinger speciel cuvee1.5l – Champagne Brut, AOC Champagne. Pinot Noir (80%). 12% vol.
As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
Pol roger vintage 2016 – Champagne Vintage, AOC Champagne. 12% vol.
60% Pinot noir, 40% Chardonnay
Mainova Mainada Trincadeira Preta Tinto 2022 é um vinho de cor rubi com toques de granada. Nariz de intensidade média, com notas de terra e pimenta preta. Ataque muito fino, elegante e fresco, final de boca longo e persistente.
Canard Duchene Vintage 2012 – Champagne Vintage, AOC Champagne. Pinot Noir. 12% vol.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos