O Montalegre Vinhas Velhas Tinto é um vinho de destaque da região de Trás-os-Montes, reconhecido pela sua estrutura e frescura, características típicas do terroir de altitude desta zona do norte de Portugal.
Início
Existem 1251 produtos.
O Montalegre Vinhas Velhas Branco 2021 é um vinho branco premium português da região de Trás-os-Montes, produzido pela FGWines com castas de vinhas velhas. Conhecido pela sua frescura, elevada acidez e perfil mineral, é um vinho complexo com 13% de álcool, estagiado em barricas de carvalho francês.
Blandy's Vinho da Madeira 10A Reserve, DOC Porto. Mel, frutos secos, especiarias, acidez brilhante. Mais. 19% vol
Vallegre Vinho do Porto Tawny 50A, DOC Porto. Mel escuro, nozes secas, caramelo queimado, frutas cris. 20% vol
Quinta da Devesa Vinho do Porto Branco 50A, DOC Porto. Raridade, mel profundo, nozes secas, especiarias. Peça. 20% vol
Quinta da Devesa Vinho do Porto Tawny 50A, DOC Porto. Mel escuro, nozes secas, caramelo queimado, frutas cris. 20% vol
Taylor's Vinho do Porto Tawny 50A, DOC Porto. Mel escuro, nozes secas, caramelo queimado, frutas cris. 20% vol
Quinta do Noval
Quinta do Noval Reserva Tinto 2018
68,00€
Descrição
Intenso e concentrado, com uma fina estrutura de taninos, distingue-se pela sua delicadeza, uma característica do estilo Quinta do Noval. Trata-se do produto de uma rígida seleção entre os melhores lotes produzidos pela nossa propriedade num determinado ano. Este vinho é delicioso quando jovem, mas também amadurece bem em adega. Um vinho autêntico do Vale do Douro.
O aroma tem uma combinação de frutos vermelhos a lembrar mirtilos, amoras e ameixas pretas. Na boca impressiona de imediato pela sua vivacidade. Musculoso e intenso revela uma grande capacidade de guarda. Estamos na presença de um grande vinho.
Rubi profundo com centro completamente opaco. Aroma muito intenso de fruta preta tipo amoras e cassis, cedro, couro, fumo e tosta madeira. Muito encorpado, com taninos poeirentos, lembrando pó de giz. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova. Final muito longo.
Produzido maioritariamente a partir da casta Touriga Nacional, aliada à Touriga Franca, é um vinho de cor forte e boa concentração, com aroma de frutos silvestres, elegante e fresco na boca, com acidez e notas de madeira muito bem equilibradas, e um final de boca longo e persistente. Bom potencial de envelhecimento.
Depois de ter dedicado cerca 50 anos da sua vida à vitivinicultura Duriense, José António Castro Ramos Pinto Rosas, decidiu concretizar o sonho de realizar a “quinta perfeita” para a produção de Vinhos do Porto e Douro. Após um longo e detalhado estudo da Região Demarcada do Douro e com a ajuda de cartas topográficas, José Rosas encontrou uma propriedade com cerca de 20 hectares, no Douro Superior perto de Vila Nova de Foz Côa, que pelas suas características, julgou ter as con
No nariz, muito fresco e elegante, com notas de frutos silvestres bem definidos, sendo o aroma complexado pelas discretas notas de madeira. Na boca é muito elegante, denotando taninos de textura fina e finaL profundamente persistente, com uma frescura invulgar.
De grande intensidade aromática, rico e complexo. Fruta madura, notas florais de grande carácter, revelando bem a origem do vinho e a tecnologia utilizada. O estágio em madeira confere a complexidade e o suporte para um grande vinho de guarda. Na boca é muito estruturado, com taninos de grande qualidade. Longo e persistente.
Fruta, frescura, equilíbrio complexadas por um ligeiro estágio em madeira são as principais características deste vinho. Aromas com notas de pêssego e final longo e mineral. Este vinho é um branco ideal para acompanhar peixes, mariscos, carnes brancas e saladas.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
Quinta da Pacheca Vinho do Porto Tawny 50A, DOC Porto. Mel escuro, nozes secas, caramelo queimado, frutas cris. 20% vol