Seña é um sinal estendido a todos que seguem os seus sonhos. Os fundadores da Seña, Robert Mondavi e Eduardo Chadwick, compartilharam um sonho e uniram forças para fazer um vinho verdadeiramente excepcional que demonstrasse a qualidade de classe mundial do Chile. Seña, uma mistura de estilo Bordeaux do Chile, é a melhor expressão do terroir Valle de Aconcagua.
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O Viñedo Chadwick 2019 é um cabernet sauvignon clássico de puente alto, uma das melhores zonas de maipo. É de uma colheita moderadamente quente que deu origem a um vinho com apenas 13% de álcool e boa frescura.
Castas: Predominantemente Cabernet Sauvignon com um toque de Petit Verdot. Estágio: 22 meses em aproximadamente 75% de barricas novas de carvalho francês e 25% de foudres Stockinger. Notas de Prova: Apresenta frutos vermelhos vibrantes, tangerina, nuances florais e taninos requintados com grande tensão. Período Ideal para Consumo: 2022 a 2030+.
Aclamação da Crítica: 97 pontos de The Wine Advocate de Robert Parker e muito cotado em diversas plataformas
Vinedo Chadwick 2021 é considerado o melhor Vinedo Chadwick de Sempre com pela primeira vez na sua história, Triplos 100 pontos de Rober Parker, James Suckling e Tim Aktin
Cor alaranjada, aroma marcante a flor de larangeira devido a maceração pelicular. Na boca, surpreendente pela sua invulgar combinação entre estrutura acidez e salinidade.
Este vinho é produzido a partir da casta Malvasia, casta típica da região e que permite ostentar a designação D.O.C. Colares. A vinha tem a particularidade de estar instalada em solos tradicionalmente designados "chão de areia". O clima é muito específico devido à proximidade do mar e da serra de Sintra. O vinho exprime toda essa especificidade climática e pedológica da região.
Os vinhos de Colares são um paradoxo sem igual em Portugal. Desde a vinha, que não sofreu com a Filoxera devido a estar plantadas em solos arenosos, à qualidade distinta que estes vinhos albergam.
As características únicas do vinho de Colares devem-se às suas castas, solo e clima temperado e húmido no Verão e, ainda, ao facto de 80% da vinha estar instalada em solos arenosos, respeitando a prática tradicional de viticultura.
O vinho de Colares só atinge a sua máxima qualidade passados vários anos, embora o estágio mínimo seja de 18 meses. Dado a este fator, a comercialização é muito limitada.
Média cor, aroma complexo, marcado pelas notas balsâmicas. Na boca surpreendente pela sua frescura salinas que conjugam com forte tanino oferecendo ao vinho alguma persistência.
Notas de ervas aromáticas secas, tomilho limão, alecrim, flores do campo. Intenso, exuberante, cheio de garra e personalidade.
Excelentes notas de evolução no nariz, sugestões de mel, pêra e maçã cozidas. Acidez espectacular, resulta muito elegante, com muito nervo, um branco persistente e resistente, que seduz pela envolvência, equilíbrio, e a imensa classe. Excelente exemplar do potencial do Dão para gerar brancos longevos.
O Pedra Cancela Intemporal Branco 2015 é um vinho que honra o nome — feito para mostrar o carácter duradouro e a capacidade de envelhecimento dos brancos do Dão.
Este vinho foi destacado pela revista Grandes Escolhas com 18.5 pontos, entrando no Top 30 dos melhores vinhos da publicação em 2023. É uma edição limitada que mostra como o Dão pode produzir brancos com profundidade e longevidade.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
É um tinto que impressiona pelo tom contido e elegante, com fruta delicada muito bonita e pura, com base nos frutos silvestres. sabor cheio e vibrante, delicado mas afirmativo, sempre orientado para a pureza e finura da fruta. Final muito longo e vibrante.
Bela intensidade aromática sem ser exagerada, revela maçã fresca, tangerina, melão e ervas aromáticas. Mantém excelente presença durante toda a prova, acompanhada de óptima acidez e firmeza, prolongando-se no final.
Todas as vinhas que integram a CASA de MOURAZ são cultivadas de forma ecológica, sem herbicidas e agroquímicos de síntese, sendo certificadas pela ECOCERT desde 1996. As adubações dos solos são feitas com base nas sementeiras de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos baseiam-se na utilização de cobre, enxofre, algas marinhas, argila, tisanas de plantas e outros produtos naturais. A ideia definidora da agricultura biológica é o respeito pelo solo, pelas plantas, pelo Homem, pela vida, na sua diversidade e integridade física, fisico-química e, sobretudo, ecológica. Menos manipulado, um solo dará origem a um vinho mais autêntico, expressão máxima do terroir, do lugar, da vinha onde foi criado. No final de 2006 iniciou-se também o trabalho em biodinâmica, com o objectivo de levar ainda mai
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas.
A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas.
A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.