Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Porttable Vinho do Porto Ruby, DOC Porto. Fruta vermelha fresca, amoras, cereja, framboesa, toque. 19,5% vol
Envelhecimento em cascos de madeira durante aproximadamente 3 anos. Clássico método do vinho do Porto com maceração peculiar e curta fermentação alcoólica em tanques de aço inoxidável seguido de fortificação. Cor acastanhada. Nariz rico e elegante, combinando aromas de frutos maduros com delicados frutos secos.
Vinho limpo e brilhante. Aroma complexo, profundo e elegante onde sobressaem aromas de frutos pretos maduros, especialmente amoras. No nariz existe uma perfeita harmonia entre os frutos e as nuances de especiarias derivadas da baunilha e madeira. No palato revela-se encorpado, com um bom equilíbrio entre a fruta preta o tanino muito polido e uma boa acidez. Final de boca longo e persistente.
Cor vermelha intensa e profunda, este vinho apresenta um aroma complexo, intenso, com notas de frutos vermelhos, morango, cerejas e framboesas muito maduras ou em compota, flor de laranjeira com nuances de moka e frutas cristalizadas. No paladar, o vinho tem um ataque redondo volumoso e com uma boa presença de taninos, que, pelas castas e personalidade, se apresentam provocantes e robustos, mas de textura sedosa. A mostrar densidade, o corpo termina de forma longa e persistente.
Um vinho que desafia convenções e celebra a união entre o passado e o presente. “Sátiro”, pela ousadia e ironia de combinar métodos separados por séculos, e “Clandestino”, pela diferença e irreverência no seu processo de produção. Produzido no Alentejo, este vinho resulta de uma filosofia única que conjuga os saberes ancestrais da região com as tecnologias mais inovadoras. A fermentação acontece num lote singular que junta talhas de barro tradicionais, inspiradas na prática romana, e modernos lagares de aço inox, com temperaturas controladas e pisadores automáticos. O Sátiro Clandestino Tinto é a expressão perfeita de um equilíbrio entre tradição e inovação, um convite a redescobrir a essência da produção alentejana com um toque de modernidade.
O Ipiranga Douro Tinto é um vinho de cor rubi intensa. Muito expressivo no aroma, com notas de frutos vermelhos bem maduros, liquorice e ligeira sugestão balsâmica do estágio em barrica. Na boca mostra-se intenso, com tanino completamente integrado e uma acidez muito equilibrada.
Este vinho apresenta aromas puros e encantadores, com notas de citrinos, pêssego e frutos de polpa branca. Na boca, oferece uma expressão fresca e elegante, com subtis apontamentos de carvalho por trás da fruta cítrica refinada. Um toque de pêssego e damasco confere profundidade, enquanto a toranja acrescenta um caráter vibrante. Estruturado, cheio de sabor, termina longo e delicado.
A Quinta do Noval é uma das mais antigas casas de vinho do Porto e das mais prestigiadas, produzindo a maioria dos seus vinhos a partir de uvas próprias, nomeadamente, todos os vinhos do Porto Vintage. A Noval produz ainda um dos mais emblemáticos Vintage alguma vez produzidos no Douro, o Quinta do Noval Vintage Nacional.
A Quinta do Noval é uma das mais antigas casas de vinho do Porto e das mais prestigiadas, produzindo a maioria dos seus vinhos a partir de uvas próprias, nomeadamente, todos os vinhos do Porto Vintage. A Noval produz ainda um dos mais emblemáticos Vintage alguma vez produzidos no Douro, o Quinta do Noval Vintage Nacional.
Vindima manual com selecção na parcela. Fermentação com leveduras indígenas com temperatura controlada entre os 21ºC e 25ºC. Fermentação em inox com bago inteiro e 20% dos engaços. Maceração de 30 dias. Fermentação Maloláctica em tonel de carvalho francês. Estágio: 18 meses em tonel de 5000L de carvalho francês.
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling. Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
O Drink Me Navarra é o resultado de uma das muitas viagens de Daniel Niepoort por Espanha, onde numa delas visitou as incríveis vinhas velhas de Garnacha, plantada em solos heterogéneos. Este vinho tinto apresenta-se de cor aberta e pouco concentrada, revelando aromas que relembram a cereja e frutos vermelhos, conjugados com nuances florais de ervas frescas. Na boca é leve, fresco, descomplicado e termina com uma boa acidez e notas de especiarias. Natcool é mais do que um vinho. É um movimento criado pela Niepoort, e interpretado por vários produtores em Portugal e no mundo, que partilham a mesma filosofia e respeito pelo terroir.
Um vinho tinto único do Vale do Douro, elaborado a partir de um blend de uvas autóctones portuguesas, entre as quais a Touriga Nacional, a Tinta Roriz e a Tinta Barroca. As vinhas são cultivadas de forma sustentável, com foco na mínima intervenção e no respeito pelo meio ambiente.
Cor: Palha intensa com ligeiríssimos reflexos esverdeados. Aroma: Aroma vivo, intenso, revelando já alguma profundidade. Sobressaem os frutos cítricos maduros, ligeiro tropical fresco, flores amarelas e brancas e uma nuance a um aroma apetrolado. Belíssimo conjunto suportado por suaves notas provenientes do estágio em barricas. Mineral. Paladar: Ataque seco e ao mesmo tempo sedoso. Acidez muito equilibrada e que se prolonga até ao final. Textura densa e ao mesmo tempo elegante. Explosão cítrica e floral. Final persistente e muito longo suportado pelas sensações de barrica. Muito coerente.