Os vinhos produzidos na quinta são, dependendo dos anos, o Vinha do Fojo ou o Fojo, sempre e exclusivamente da mesma vinha, uma vinha velha com castas misturadas. São vinhos de grande longevidade produzidos de forma tradicional, em lagares com pisa a pé, e fruto do total respeito pela vinha, sem práticas enológicas que manipulam o resultado final e que afastam o vinho da sua origem.
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Existem 1469 produtos.
Cor amarela brilhante citrinos. Excelente intensidade aromática, fruta complexa e madeira de uma forma sutil e elegante. Na boca é equilibrado, fresco e vibrante. Longo final.
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, utilizamos apenas uvas produzidas na Quinta da Sequeira, e todo o processo de vinificação, estágio e engarrafamento é realizado na própria Quinta pela nossa equipe de enologia, sem qualquer dependência externa.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O VZ Branco é um vinho fresco e vibrante, com uma cor intensa de palha dourada e uma fantástica concentração de aromas de frutos. A fermentação e estágio em barrica trazem-lhe um toque muito elegante no palato, com grande equilíbrio e subtileza, e um final muito longo e frutado, equilibrado com um impressionante toque de acidez.
No aroma revela a elegância e intensidade características deste vinho. Sobressaem os aromas a frutos vermelhos do bosque, notas florais e especiarias que conferem complexidade. A madeira está muito bem integrada
Sabor
Em boca já revela uma estrutura muito equilibrada, com taninos suaves que conferem um longo e aromático final de prova. Gastronómico
Cor
Vermelho rubi com boa intensidade
Tem uma cor amarelo citrino. Excelente intensidade aromática. Muito fresco, citrico e terpénico. Na boca é surpreendente, fresco e elegante. O final de boca é muito longo e persistente.
Cor vermelho granada. No nariz, a Touriga Nacional dá-nos a componente floral com aromas de bergamota e manjericão, enquanto a Touriga Franca se expressa em sabores como o mirtilo e a amora. Muito elegante e estruturado. Final longo com notas persistentes de fruta madura.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Com uma cor rubi carregada, este vinho revela uma elegância e complexidade no aroma, proporcionadas pelos toques de especiarias e baunilha adquiridos durante o estágio em barricas de carvalho francês. Surge também uma agradável fragrância de fruta vermelha fresca. Em boca, apresenta taninos marcados e boa estrutura, culminando num final longo e volumoso.