Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade.
Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
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Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade.
Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
O Marqués de Murrieta Reserva 2020 é um vinho tinto ícone de Rioja, Espanha, elaborado com predominância de Tempranillo (aprox. 82% a 88%), além de Graciano, Mazuelo e Garnacha. Com 14% de teor alcoólico, passa por 21 meses em carvalho, resultando em um perfil clássico, elegante, com notas de frutas vermelhas/negras maduras, especiarias e toques balsâmicos.
Um vinho branco com alma de vinho tinto, resultado da extraordinária qualidade das uvas brancas selecionadas da vinha única de Capellanía.
Capellania é feito a partir de uvas viura, uma variedade branca obtida da vinha Capellania, um terreno de 6 hectares localizado na altitude mais elevada da Quinta de Ygay. Graças a esta altitude, à excelente qualidade dos seus solos calcários e aos baixos rendimentos obtidos das vinhas com 70 anos, esta variedade alcança o seu máximo potencial.
Frutado no nariz. Aromas de marmelo se destacam, combinados com notas de lichia e maçã verde, além de um toque de cera de abelha. Na boca é frutado e suculento, com boa estrutura de acidez e estilo arredondado. Este vinho oferece notas cristalizadas de citrinos e maçã verde, com alguns toques de frutas exóticas mais leves e um toque de laranja.
O vinho kosher é produzido de acordo com as leis dietéticas judaicas (kashrut). Para ser considerado kosher, deve ser elaborado por judeus observantes e utilizar equipamentos e ingredientes kosher. Esta produção abrange uma variedade de estilos, desde tintos e brancos até espumantes, com muitos vinicultores a focarem-se na qualidade. Os vinhos kosher são apreciados não só pela comunidade judaica, mas também por amantes de vinho em geral, oferecendo uma experiência rica e respeitando as tradições.
A Quinta da Ribeira fica situada em Meca, no antigo concelho medieval dos Montes de Alenquer, e é actualmente sede da Sociedade Agrícola Félix Rocha. Esta quinta começou a ser produtiva em meados do século XIX por iniciativa do Sr. Felix Rocha, avô dos actuais proprietários. Por volta de 1925, fo
Cor cítrica. Notas cítricas com leve aroma mineral. Boa estrutura com acidez bem marcada. Fruta de qualidade e final longo.
Castas: 25% Touriga Nacional, 25% Merlot, 25% Cabernet Sauvignon e 25% Syrah
Vinificação: Fermentação em cubas de inox com temperatura controlada.
Estágio: 12 meses em meias pipas de carvalho francês e americano.
Notas de Prova: Cor rubina intensa, aromas cativantes e bem definidos de fruta madura, especiarias e tosta fina. Na boca é expressivo e sedutor, revelando fruta bem casada e taninos polidos que proporcionam um final persistente e elegante.
Cor rubi, com laivos violáceos. É untuoso com notas de frutos vermelhos onde predomina a framboesa. Algumas notas de anis e moderadamente picante. Taninos redondos e elegantes e um final intenso e prolongado.
Fernão Pires, feito para lembrar os antigos vinhos de lavrador, mais rústicos (apelidados de Fernão Pirão), aqui com forte componente de pedra raspada, sílex, fruta cristalizada. Na boca tem óptimo equilíbrio e frescura, com acidez cítrica a dar crocância e estrutura. É muito interessante e fica na boca. Um “Fernão Pirão” em bom!
Este vinho vivo e vibrante, elaborado com uvas seleccionadas das castas Arinto, Fernão Pires e Alvarinho, fermentou a baixa temperatura sem adição de sulfitos, de forma a conservar toda a frescura e elegância.
Aromas frescos e frutados com notas cítricas e tropicais. Bom volume de boca. Final agradável e persistente com nuances minerais.
SOLERA é um vinho excecional que celebra a ancestral tradição dos vinhos fortificados de Jerez e da Madeira, trazendo uma interpretação contemporânea do método de envelhecimento em soleira. Elaborado exclusivamente com a casta Fernão Pires, este vinho representa a fusão perfeita entre tradição e inovação com a assinatura do projeto Quinta da Alorna Creations.