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Quinta de Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.
Este é o vinho mais emblemático da Herdade do Mouchão, criado maioritariamente com a casta Alicante Bouschet, que encontrou neste terroir caraterísticas únicas que lhe conferem um carácter distintivo. Após a fermentação em lagares de pedra, estagia em tonéis de carvalho português e mogno durante pelo menos quatro anos, reforçando a sua intensidade, carácter e robustez, passando depois por mais um estágio de pelo menos 18 meses em garrafa. De cor profunda e concentrada, é um vinho com um carácter marcado pelas especiarias, especialmente indicado para o envelhecimento, pois a sua estrutura, proporcionada pelos taninos, é única e ideal para o envelhecimento. No início do século XIX, Thomas Reynolds migrou para a região do Alentejo tendo como objetivo o negócio da cortiça. Três gerações dep
Vinho de cor profunda, com laivos violeta. Aroma complexo e intenso, onde se destacam os frutos negros maduros em conjunto com aromas balsâmicos e notas de especiarias provenientes do estágio em barrica. Na boca é firme e concentrado, com acidez equilibrada, possui taninos maduros bem envolvidos no seu corpo e volume. Final de boca longo e persistente. 1,5L
É um tinto que impressiona pelo tom contido e elegante, com fruta delicada muito bonita e pura, com base nos frutos silvestres. sabor cheio e vibrante, delicado mas afirmativo, sempre orientado para a pureza e finura da fruta. Final muito longo e vibrante.
Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade. Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
Uma mistura elegante, muito mineral, de aroma intenso, com notas cítricas e frutos de cominho, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Vinho cheio de boca, fresco, com final longo e persistente. Excelente corpo e concentração devido ao amadurecimento das uvas na época da colheita.Cor cítrica, clara e clara. Intenso e volumoso, com uma acidez vibrante e bem integrada.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe