Mostra taninos elegantes e é marcado na boca pela mineralidade granítica, que muitas vezes contribui para o seu lado mais apimentado. Acidez longa e precisa.
Vinho
Existem 556 produtos.
Filtros ativos
- Tipo de vinho: Tinto
Apresenta aromas delicados, com notas de frutos vermelhos, um toque terroso, fresco e austero. Na boca, o caráter frutado é complementado por uma elevada sensação de frescura e elegância, com taninos secos, precisos e texturados. Um vinho de grande complexidade, com um enorme potencial de envelhecimento em garrafa.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Aroma complexo, madeira evidente de boa qualidade mas bem casada, frutos vermelhos maduros.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Cor granada intensa, aroma e sabor "sui generes" com muita harmonia e elegância. Notória persistência que o tornam distinto para acompanhar iguarias sublimes.
É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
Com quatro castas de grande carácter, o Villae tinto é um lote diferenciador formando um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas.
Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade.
Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Encoberta é o nome de uma pequena localidade em Penalva do Castelo (sub-região de Castendo), onde em 2019 se produziu o Encoberta. Vinhas com 28 anos a 500 m de altitude com solos de granito e argila que estão em conversão para certificação biológica desde 2020.
Dona Santana é um vinho tinto com um aroma perfumado e fresco, cheio de fruta e um final longo e apelativo.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
A Rocim inspira-se na qualidade dos vinhos do Dão, ao produzir os seus novos vinhos com a marca "O Estrangeiro". Este vinho tinto é um field blend, proveniente de vinhas velhas, que após fermentar em depósitos de cimento, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Deste modo é um vinho tinto que se apresenta de cor rubi brilhante, marcado pela fruta vermelha fresca, notas terrosas e exóticas. Na boca revela uma grande profundidade e elegância.
Grande presença aromática, assente em fruta vermelha e bagas silvestres frescas. Leve e apelativo na boca, de estilo jovem e descomplexado.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas.
Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade.
Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond