O espírito Duckman não é fácil de definir, é uma mistura da herança dos nossos antepassados com um espírito intergeracional de olhar para o mundo em geral e para o vinho em particular. Além disso, definiu-se como um Projeto ART-isanal Wine que pretende levantar questões sobre costumes e tendências associadas ao mundo… e também ao vinho.
Vinho
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A paisagem da Beira Interior é dramática e despovoada, o clima exigente, os solos graníticos e as altitudes elevadas. As vinhas convivem com lameiros, olivais e matas diversas, a uma altitude superior a 650 metros, em solos graníticos, com exposição solar de nascente e sudeste, com elevadas amplitudes térmicas entre o dia e a noite. As maturações são tradicionalmente longas. Um Terroir único, que confere qualidades distintivas aos vinhos Casas Altas. É nele que nasce o Vinho Tinto Casas Rufete.
“Quando crio os meus vinhos procuro a pureza das origens, sem maquilhagem. Busco a verdadeira expressão da terra e das uvas. No completo respeito pela viticultura, pelas uvas, pela natureza e elaborando os vinhos com um mínimo de intervenção.” – José Madeira Afonso
Cor violeta muito intensa, nariz com notas minerais e de fruta fresca (groselha, amoras e cerejas), flor de laranjeira, notas balsâmicas e fumados. Na boca é fresco, com taninos sedosos mas desafiantes.
Vinedo Chadwick 2021 é considerado o melhor Vinedo Chadwick de Sempre com pela primeira vez na sua história, Triplos 100 pontos de Rober Parker, James Suckling e Tim Aktin
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas.
A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
O Planet Mouraz "Nina" Tinto 2021 (frequentemente designado como um vinho estilo palhete ou clarete) é um vinho natural e biológico produzido pela Casa de Mouraz na prestigiada Região Demarcada do Dão, em Portugal. Este vinho destaca-se pela sua filosofia de intervenção mínima e pela homenagem à gata da família, a Nina, cujo padrão preto e branco inspirou a composição equilibrada das uvas.
É um tinto de médio corpo, com aromas de cerejas e ameixas pretas, apresentando nuances de tosta discreta.
O lagar de Silvã de Cima, situado junto à vinha da Taboadella, emerge no penedo monolítico de natureza rupestre, representando um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão. Este local singular contrasta com a adega contemporânea, cuja arquitetura é concebida com materiais naturais como madeira e cortiça. Uma varanda proporciona uma vista panorâmica, abrangendo a magnífica extensão de vinhas circundada por uma vasta floresta.
Neste ambiente harmonioso, onde passado e futuro entrelaçam-se, os vinhos ganham vida na vinha e na paisagem. O cuidado meticuloso e a paciência dedicada permitem resgatar a essência da natureza do passado, projetando, ao mesmo tempo, a produção de vinhos excecionais para o futuro. Esta abordagem preserva a notável tipicidade da região, mantendo vivo o caráter
É em Silvã de Cima junto à vinha da Taboadella que nasce o lagar construído no penedo monolítico de natureza rupestre, um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão, contrasta com a adega de arquitetura contemporânea construída com materiais naturais como a madeira e a cortiça, com uma varanda de onde é possível abarcar num só olhar a magnífica mancha única de vinhas rodeada por uma imensa floresta. Aqui, onde o passado e o futuro se completam, os vinhos nascem na vinha e na paisagem, com o cuidado particular e paciente que nos permite resgatar do passado a essência da natureza e projetar para o futuro grandes vinhos com uma tipicidade notável mantendo o caráter ancestral do Dão.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas.
Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade.
Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Encoberta é o nome de uma pequena localidade em Penalva do Castelo (sub-região de Castendo), onde em 2019 se produziu o Encoberta. Vinhas com 28 anos a 500 m de altitude com solos de granito e argila que estão em conversão para certificação biológica desde 2020.
A Rocim inspira-se na qualidade dos vinhos do Dão, ao produzir os seus novos vinhos com a marca "O Estrangeiro". Este vinho tinto é um field blend, proveniente de vinhas velhas, que após fermentar em depósitos de cimento, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Deste modo é um vinho tinto que se apresenta de cor rubi brilhante, marcado pela fruta vermelha fresca, notas terrosas e exóticas. Na boca revela uma grande profundidade e elegância.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas.
Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade.
Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.