Os vinhos de Colares são um paradoxo sem igual em Portugal. Desde a vinha, que não sofreu com a Filoxera devido a estar plantadas em solos arenosos, à qualidade distinta que estes vinhos albergam.
As características únicas do vinho de Colares devem-se às suas castas, solo e clima temperado e húmido no Verão e, ainda, ao facto de 80% da vinha estar instalada em solos arenosos, respeitando a prática tradicional de viticultura.
O vinho de Colares só atinge a sua máxima qualidade passados vários anos, embora o estágio mínimo seja de 18 meses. Dado a este fator, a comercialização é muito limitada.
Vinho
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Apresenta aromas delicados, com notas de frutos vermelhos, um toque terroso, fresco e austero. Na boca, o caráter frutado é complementado por uma elevada sensação de frescura e elegância, com taninos secos, precisos e texturados. Um vinho de grande complexidade, com um enorme potencial de envelhecimento em garrafa.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas.
Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade.
Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Cor: Amarelo limão, límpido.
Aroma: Inicialmente neutro, com evidência de notas cítricas e perfil redutivo.
Paladar: Acidez elevada, destacando-se pela sua linearidade, sendo o pilar deste vinho.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas.
Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade.
Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Cor amarela citríca.
Extremamente perfumado, com aroma a fruta branca e ligeira flor de laranjeira.
Na boca é envolvente com extrema frescura no palato, terminando com mineralidade.
Aroma fresco denotando complexidade. Tem um caráter mineral intenso, que confere frescura, combina com notas de frutas de pomar - ameixa branca, citrinos - raspa de limão, aroma leve a fumo e especiarias.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Este vinho branco é conciso, elegante e franco. No nariz, revela notas frescas de citrinos com grande notoriedade, lima, toranja, flor e fruto branco. Na boca, é amplo, sério e com uma acidez exuberante. O final é longo e com um traço salgado.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Um vinho de cor dourada, brilhante e atraente, com um nariz rico e intenso, mostrando extraordinária evolução de seus aromas terciários, boas notas de especiarias, marmelo, amêndoas e laranja cristalizada, juntos, dão uma complexidade profunda. Com uma acidez viva no paladar, é um vinho que mantém o seu volume, suntuosidade e riqueza aromática, levando a um bom final com persistência notável.
O Quinta da Vacaria Ah Galego! branco é um vinho produzido a partir da aromática casta Moscatel Galego, e apresenta-se de cor amarelo claro com aroma intensos à casta que lhe dá origem. De média concentração, é refrescante e equilibrado, com notas frutadas e acidez refrescante. O seu final de boca é persistente, tornando-o ideal para apreciadores de vinhos frutados e aromáticos.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua
Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.
Existem vinhos eternos. São vinhos que nos contam histórias e que nos fazem parar no tempo. Videira a videira, lemos o nosso mundo, as rugas da vinha velha, muito velha, guardadoras de sonhos, encantos, promessas, um diário vivo de sabedoria e resiliência, a guardar a história de cada vindima.
Laranja do Norte Branco: fresco e vibrante, com notas minerais e estrutura única. Ideal para massas folhadas e carnes brancas.
O 2160 Branco é um vinho que tem cor palha limão. Nariz fino e elegante. Muito frutado e fresco, com aromas a pêra e ameixa branca e nuances de ananás. Muito mineral e algum fruto tropical muito bem integrado. Intenso, repleto de notas aromáticas que recordam o sabor a frutos secos e fruta de caroço. Acidez equilibrada, complexo e com uma boa estrutura dada pela acidez. Comprova a mineralidade no nariz. Final longo e fino.
Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta Terra que, à data, era apenas uma ideia.