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  • Capacidade: 75cl
  • Teor Alcoólico: 12
Os vinhos de Colares são um paradoxo sem igual em Portugal. Desde a vinha, que não sofreu com a Filoxera devido a estar plantadas em solos arenosos, à qualidade distinta que estes vinhos albergam. As características únicas do vinho de Colares devem-se às suas castas, solo e clima temperado e húmido no Verão e, ainda, ao facto de 80% da vinha estar instalada em solos arenosos, respeitando a prática tradicional de viticultura. O vinho de Colares só atinge a sua máxima qualidade passados vários anos, embora o estágio mínimo seja de 18 meses. Dado a este fator, a comercialização é muito limitada.
Apresenta aromas delicados, com notas de frutos vermelhos, um toque terroso, fresco e austero. Na boca, o caráter frutado é complementado por uma elevada sensação de frescura e elegância, com taninos secos, precisos e texturados. Um vinho de grande complexidade, com um enorme potencial de envelhecimento em garrafa.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas. Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade. Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Código Granius: Cor: Amarelo limão, límpido. Aroma: Inicialmente neutro, com evidência de notas cítricas e perfil redutivo. Paladar: Acidez elevada, destacando-se pela sua linearidade, sendo o pilar deste vinho.
Código Origem Tinto: Rubi brilhante média profundidade. Aroma vibrante com notas de fruta vermelha e preta, nota herbal. Complexidade aromática com a nota subtil de madeira e de aroma de bosque. Acidez vibrante imprime uma linearidade ao corpo médio com taninos firmes mas elegantes. Longo, texturado e crocante. mistura de castas nativas: Baga, Jaen, Tinta Roriz e Touriga Nacional
Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas. Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade. Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Este vinho branco é conciso, elegante e franco. No nariz, revela notas frescas de citrinos com grande notoriedade, lima, toranja, flor e fruto branco. Na boca, é amplo, sério e com uma acidez exuberante. O final é longo e com um traço salgado. Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Um vinho de cor dourada, brilhante e atraente, com um nariz rico e intenso, mostrando extraordinária evolução de seus aromas terciários, boas notas de especiarias, marmelo, amêndoas e laranja cristalizada, juntos, dão uma complexidade profunda. Com uma acidez viva no paladar, é um vinho que mantém o seu volume, suntuosidade e riqueza aromática, levando a um bom final com persistência notável.
O Quinta da Vacaria Ah Galego! branco é um vinho produzido a partir da aromática casta Moscatel Galego, e apresenta-se de cor amarelo claro com aroma intensos à casta que lhe dá origem. De média concentração, é refrescante e equilibrado, com notas frutadas e acidez refrescante. O seu final de boca é persistente, tornando-o ideal para apreciadores de vinhos frutados e aromáticos. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua
Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.
Existem vinhos eternos. São vinhos que nos contam histórias e que nos fazem parar no tempo. Videira a videira, lemos o nosso mundo, as rugas da vinha velha, muito velha, guardadoras de sonhos, encantos, promessas, um diário vivo de sabedoria e resiliência, a guardar a história de cada vindima.
O 2160 Branco é um vinho que tem cor palha limão. Nariz fino e elegante. Muito frutado e fresco, com aromas a pêra e ameixa branca e nuances de ananás. Muito mineral e algum fruto tropical muito bem integrado. Intenso, repleto de notas aromáticas que recordam o sabor a frutos secos e fruta de caroço. Acidez equilibrada, complexo e com uma boa estrutura dada pela acidez. Comprova a mineralidade no nariz. Final longo e fino.
Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta Terra que, à data, era apenas uma ideia.