Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Vinho
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Cor amarela muito pálida. Aromas fresco e discretos - florais e tostados com complemento de toranja e citrinos. Na boca vivo, seco, acidez equilibrada, com volume e cheio e com uma frescura surpreendente.
Amarelo palha ligeiro e brilhante. Aroma muito complexo e multicamada, com notas de fruta de caroço, feno, tosta subtil e notas de panificação. Boca intensa, cheia e ampla, com um equilíbrio notável entre a amplitude e a frescura ácida. Final longo e texturado.
Um branco fresco, elegante, preciso, cujo nariz e prova fazem lembrar a magia do pó de arroz. Um vinho onde o menos é mais, feito em cuba de betão e a partir das 15 castas existentes numa vinha velha do Dão. Cítrico, floral e mineral, de nariz fresco e uma elegância delicada e leve (tem 13% mas não damos por ela, tal é o seu equilíbrio) e de boca fina, oferecendo uma prova sem altos nem baixos. Um vinho em que a enologia se “limitou” a realçar a natureza e uma colaboração entre a Defio Wine, Carlos Raposo, Burel Factory (que assina o bonito e condizente rótulo em burel) e WiseShape (cubas em betão 100% portuguesas).
Aroma elegante, cheio de notas minerais, com notas de fruta madura e ligeiras notas tostadas. Muito boa estrutura na boca, equilibrada por uma excelente acidez cítrica e um final muito longo.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
Para se produzir o melhor vinho há que criar as melhores condições. O primeiro passo passou por encontrar um local de vinificação acessível, com um clima ameno, altitude elevada, espaçoso e bem dimensionado, que permitisse conciliar as tradicionais práticas vinícolas durienses com os contributos da enologia moderna.
Assim, nasce o Secret Spot Wines, um projeto da Quinta da Faísca, que se localiza na região de Favaios, Douro. Produtores de uma gama diversificada e de qualidade, apresentam produtos como o Vinho, o Moscatel e o Azeite.
O vinho LOTE 5 reserva branco é produzido pela Quinta das Chaquedas no Vale Santa Marta e Loureiro, no Baixo-Corgo na região do Douro. Este vinho apresenta uma suave tonalidade amarelo esverdeado. Os aromas são muito limpos e definidos a fruta de polpa branca, cereja , bagas de romã e raspa de laranja com apontamentos de madeira em pano de fundo. Tenso e vibrante na boca, com acidez salivante, mostra excelente compromisso entre a frescura e untuosidade num registo de enorme equilíbrio. O vinho é produzido em prensagem de uva inteira: Moscatel Galego Branco, Viosinho, Rabigato e Gouveio. A fermentação é feita em barricas de 300 litros de madeira de carvalho francês por 6 meses.
É um vinho muito suave e elegante. Fruta fresca com notas de especiarias. Boca equilibrada e fresca.
De cor citrina definida, apresenta um aroma jovem. Tem um bom carácter mineral, que lhe confere frescura, juntamente com notas de fruto de caroço, citrinos e tropical. Franco na boca, é volumoso e apresentando -se mineral, a acidez natural torna o vinho fresco e apelativo. Final médio e frutado.
Quinta do Javali Clos Bonifata Branco 2023 é uma expressão de terroir pura e envolvente do Douro, que conjuga frescura ácida, mineralidade evidente e intervenção mínima. Dirige‑se a quem valoriza vinhos brancos vibrantes, com carácter, sem excessos de madeira, e com forte sensação de lugar.
O Quinta da Vacaria Ah Galego! branco é um vinho produzido a partir da aromática casta Moscatel Galego, e apresenta-se de cor amarelo claro com aroma intensos à casta que lhe dá origem. De média concentração, é refrescante e equilibrado, com notas frutadas e acidez refrescante. O seu final de boca é persistente, tornando-o ideal para apreciadores de vinhos frutados e aromáticos.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação.
Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.
O Coche é o Branco mais cobiçado da Niepoort e que tem o perfil mais próximo de um grande Borgonha. Na definição do seu perfil, procuramos complementar o equilíbrio de fruta e com complexidade do estágio em carvalho francês, de primeiro ano e tosta baixa, da tanoaria François Frères. No nariz o estágio em madeira traduz-se em notas de mel, frutos secos e brioche que estão muito bem integradas com uma base aromática a alperce e citrinos e algumas de ervas aromáticas. Na boca tem a estrutura semelhante a um grande Borgonha: elegante, com álcool moderado e elevada complexidade aromática. O final é persistente e longo, complementado por uma excelente acidez que promete uma fantástica evolução em garrafa.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa
Para este monocasta limitamo-nos a conjugar a força da frescura com uma capacidade de envelhecimento majestosa.
O Monte Meão branco provém de duas vinhas, Vinha do Rio e Vinha do Janeanes, plantadas em solos de aluvião e xisto com as castas Arinto e Rabigato, respetivamente. Este vinho estagiou durante 5 meses em barricas e estagiou mais 4 meses em tonel. É muito mineral, com madeira discreta e bem integrada, excelente volume de boca, notas citrinas e um final longo e complexo.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as