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Maria Izabel M.I. Branco

11,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
De cor citrina definida, apresenta um aroma jovem. Tem um bom carácter mineral, que lhe confere frescura, juntamente com notas de fruto de caroço, citrinos e tropical. Franco na boca, é volumoso e apresentando -se mineral, a acidez natural torna o vinho fresco e apelativo. Final médio e frutado.
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02719

Ficha informativa

Colheita
2023
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta Maria Izabel
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
8-10⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
11.5

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Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,

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A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah. A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.

Vinho Aventura Susana Esteban

12,80 €
Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.

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35,00 €
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.

Xisto Cru

35,75 €
Apresenta aroma complexo com notas de fruta fresca, baga de bosque e caruma, ligeira nota de fumo. Na boca, é intenso e fresco, com grande profundidade, com acidez bem presente mostra uma estrutura sólida com tanino presente, vivo e equilibrado.

Manoella Tinto

15,50 €
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838. As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro. Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão. O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro

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O Château Coucy é macio, frutado e agradável ao paladar. É um vinho de mesa que harmoniza bem com pratos simples e até sobremesas. Recomendamos com carnes vermelhas (cordeiro) ou brancas (frango). Vinificação: fermentação alcoólica em cubas com temperatura controlada (a uma temperatura média de 28°C). Fermentação malolática em cubas, onde 1/3 da produção estagia em barricas de carvalho francês durante 12 meses para conferir ao vinho mais corpo e estrutura. O restante estagia em cubas de betão.

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Um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso. Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram
Com uma cor muito fechada, este vinho apresenta-se aromáticamente mais contido, com notas que evocam tinta da china e caixa de charuto, criando um perfil sensorial mais reservado. Na boca, revela-se massivo e imponente, ocupando o espaço de forma vigorosa, com taninos firmes que, embora marcantes, são suavizados pela densidade do vinho. Apesar do volume robusto, a elegância é preservada, mantendo um equilíbrio notável entre a potência e a finesse. Um vinho que transmite força e complexidade, ideal para quem aprecia a combinação de intensidade e sofisticação em cada gole.
A colheita de 2021 apresenta um Marqués de Murrieta com um carácter vibrante. No nariz, groselha e amora entrelaçam-se com alecrim e hortelã, sobre um fundo de cedro e especiarias. Na boca, destaca-se pela frescura estruturada, com uma acidez elegante e taninos suaves que se fundem num final de frutos silvestres e framboesa cremosa.

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