O Quinta da Perdonda Talhões Vinha Velha Tinto 2018 é um vinho premium do Dão. Produzido a partir de vinhas centenárias plantadas em 1948, destaca-se pela sua pureza, elegância e carácter de terroir, com uma produção de excelência muito limitada.
Vinho
Existem 43 produtos.
Cor: Vermelho profundo com reflexos anil.
Aroma: Muito intenso e poderoso, mas com frescor. Notas químicas e balsâmicas equilibram-se com os aromas de frutos do bosque, como mirtilo e amora preta, e de madeira de excelente qualidade e bem integrada.
Boca: Extraordinariamente elegante, com muito volume, frescor e um excelente equilíbrio.
Final de boca: O final é excepcionalmente longo, com o regresso das notas florais e de frutos do bosque.
Vinho equilibrado na prova, com boas notas aromáticas, e leve integração na madeira. Um vinho do Douro que tem bem presente no seu corpo as uvas do Cima-Corgo, das castas mais tradicionais da Região. Estágio de 3 meses em madeira de carvalho francês.
Castas: Castas tradicionais do Douro, com predominância de Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.
Cor vermelha brilhante. Aromas que lembram frutas vermelhas maduras, bosque e especiarias. Na boca é encorpado, denso, com taninos firmes e final persistente.
Coffret/ Estojo em madeira, com 3 Garrafas de Solar dos Dragos Reserva Tinto. Pack Oferta elegante e contemporâneo!
Na Solar dos Dragos, a paixão reside na criação de vinhos excecionais que incorporam o terroir único das vinhas. Localizadas no coração de uma paisagem banhada pelo sol, as vinhas beneficiam de condições ideais, permitindo a produção de vinhos de qualidade e caráter incomparáveis. Fundada nos princípios de dedicação, inovação e profundo respeito pela terra, a Solar dos Dragos tornou-se um símbolo de excelência na produção de vinho. A narrativa está entrelaçada com a rica história da região, onde gerações de enólogos aprimoraram as suas habilidades para criar vinhos que resistem à prova do tempo.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
É nas propriedades Quinta da Costa de Cima, Quinta do Sol e Quinta do Caleiro, que a Menin encontra o terroir perfeito para desenvolver vinhos complexos, com carácter, cheios de finesse e grande potencial de guarda.
São nos cerca de 55 hectares, dos quais 10 são vinha velha, que a filosofia da sustentabilidade está assente e é no conceito de gravidade que a adega foi construída. A enologia praticada pela Menin reúne o saber da vinha com as mais modernas tecnologias de vinificação para retirar o melhor partido do terroir duriense.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
É um tinto encorpado com personalidade ímpar, aromas a violeta típicas das Casta Touriga Nacional. Frescura e acidez notória com notas de tosta e especiarias provenientes do estagio. Taninos finos, firmes mas suaves. Vinho longo com excelente potencial de envelhecimento.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Aragonez, Syrah e Alicante Bouschet. Aroma vinoso com amoras, fumo, e uma ligeira doçura especiada/salgada da madeira. Um sedutor malandro. Na boca fica mais sério pelos taninos visíveis, que pedem comida. Termina longo e com ligeiros amargos que convidam a explorar uma tábua de queijos.
Cor Rubi de elevada profundidade. Aroma intenso, complexo com predominância em frutos vermelhos, especiarias e pimenta. Notas de bergamota e esteva em equilíbrio com as notas superelegantes do estágio em barrica. Na boca têm um excelente volume, acidez bastante presente e bem integrada, taninos finos e intensos fazen-do este vinho longo e cheio antevendo um excelente potencial de envelhecimento em garrafa.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
De cor rubi, densa e intensa, e aromas maduros com notas de frutos vermelhos.
Na boca o vinho é expressivo e equilibrado, mineral e com taninos maduros no final.
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
Um vinho com bastante estrutura, mas que mantêm a delicadeza, elegância e frescura, que tanto caracteriza a Niepoort. De perfil mineral, tem aromas a frutos silvestres com nuances florais. Textura sedosa, com taninos bem polidos, impressiona pelo seu equilíbrio, terminando longo e persistente.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Por