A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
Vinho
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Envelheceu em barricas novas de carvalho francês durante 18 meses. Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio de modo a serem respeitados todos os seus elementos.
No nariz, muito fresco e elegante, com notas de frutos silvestres bem definidos, sendo o aroma complexado pelas discretas notas de madeira. Na boca é muito elegante, denotando taninos de textura fina e finaL profundamente persistente, com uma frescura invulgar.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
ROLA Reserva Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito aromático e elegante.
Fruta madura, ameixa, especiarias e notas de madeira. Um vinho de taninos vivos, final longo e persistente.
Aroma complexo, profundo e elegante onde sobressaem aromas de frutos pretos maduros, especialmente amoras.
Revela um aroma harmonioso e complexo, que se deixa revelar aos poucos, como se tivéssemos de merecer tudo o que nele está escondido. Na boca, ao primeiro impacto segue-se uma explosão aromática que nos acompanha ao longo de toda a prova, com os taninos densos, mas sedosos a ligarem o vinho do princípio ao fim, numa evolução de grande elegância para um final de grande nível.
O Legado do Zeca Curtimenta é um vinho de cor amarela âmbar. No nariz apresenta um aroma muito concentrado de fruta branco madura e pêssego, com elegantes notas de loureiro e gengibre envoltas em notas balsâmicas. Na boca é envolvente com muita textura e salinidade e de extrema complexidade com um final delicado e interminável.
ROLA Reserva Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito aromático e elegante.
Fruta madura, ameixa, especiarias e notas de madeira. Um vinho de taninos vivos, final longo e persistente.
Este vinho branco é conciso, elegante e franco. No nariz, revela notas frescas de citrinos com grande notoriedade, lima, toranja, flor e fruto branco. Na boca, é amplo, sério e com uma acidez exuberante. O final é longo e com um traço salgado.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Cor ruby vibrante com média intensidade. Aromas de fruta vermelha e preta, como cerejas e groselha, com notas de especiarias, avelãs e um toque fumado. Equilibrado, fresco e apimentado na boca. O final é longo e com taninos ainda vibrantes.
A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e paixão, criando vinhos únicos e de qualidade reconhecida tanto em Portugal como além-fronteiras.
A aquisição da Quinta Vale D. Maria pelo grupo Aveleda em 2017, representa a continuidade deste legado, acrescentando uma visão de longo prazo, focada na excelência e na sustentabilidade. Esta filosofia baseia-se numa paixão por cada detalhe, que começa com a seleção manual dos melhores bagos, segue com a uti
Oops! Este vinho nasceu assim! Único! Vindima no limite da maturação, e aí decidimos que, se a natureza assim quis assim será. “Que entrem as uvas – sãs e lindas – para dentro da adega e vamos ao trabalho!”. Pomada boa, cheia de fruta e vigor. De cor rubi intensa, invade a boca com explosões de intensas frutas vermelhas, um perfeito equilíbrio entre a acidez e taninos durienses que lhe garantem toda a elegância da fruta viva na boca. Beba e seja levado para os socalcos do Douro onde é possível sentir toda a intensidade do cheiro que esta região maravilhosa tem na primavera.
Qalt Unoaked é a simplicidade das uvas numa garrafa de vinho.
Desfrute!
Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.
Quinta da Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.
Cor vermelho granada. Floral em aromas como a bergamota e o manjerico da Touriga Nacional; mirtilo e amora preta da Touriga Franca. Muito elegante e estruturado. Final persistente onde regressam as notas de fruta madura.