Vinho
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- Tipo de vinho: Tinto
Muito encorpado, muito seco, alguma frescura, mas com elegância. Amplo e bem persistente, com madeira bem integrada, um conjunto muito agradável.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling.
Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
O Quinta do Tamariz Grande Reserva 2019 é um blend elegante, muito mineral, de aroma com notas cítricas e a frutos de caroço, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Um vinho cheio na boca, fresco, com um final longo e persistente, com curiosas notas salinas. Este lote é efetuado com a primeira escolha, que manifesta uma qualidade superior. Excelente corpo e concentração. Intenso e volumoso com uma acidez vibrante e bem integrada.
Este vinho tinto é produzido a partir da casta monocasta Vinhão na região do Minho. Diferencia-se pela sua doçura realçada por uma acidez vibrante e aromas a frutos silvestres maduros.
Somos uma pequena empresa familiar, produtora de vinhos diferenciados e de qualidade superior. A adega situa-se na Região dos Vinhos Verdes em Amarante, junto ao Rio Tâmega, na Quinta da Ribeira em Gatão. As vinhas têm uma exposição Norte-Sul e os solos são de origem granitica, tendo um baixo teor de materia orgânica, produzindo baixas quantidades, permitindo uma melhor maturação das uvas, elevando assim a sua qualidade. A origem dos vinhos tem por base uvas próprias, produzidas em modo Produção Integrada, sendo este modo de produção mais amigo do meio ambiente. Produzimos três vinhos de diferentes estilos, um tinto, exclusivamente da casta vinhão, um branco de lote tendo por base a casta Azal, e um rosado monocasta de espadeiro ou espadal.
Acidez refrescante, explosão de sabores de frutas escuras e taninos suaves.
Cor rubi com boa intensidade.
Fantástica complexidade, elegante lembrando frutos vermelhos muito frescos, especiarias e minerais.
Sedoso, com boa acidez, taninos polidos conferindo austeridade e um longo final. Muito gastronómico.
Combina particularmente bem com carne de porco preto, leitão, bacalhau confitado e peixes gordos.
Ataque muito cremoso e rico. Acidez equilibrada, excelente estrutura e persistência.
Cor rubi profunda, aromas de amora e cereja e sabor a fruta madura, típica desta variedade.
No nariz aromas intensos a frutos vermelho, morango e cereja. Suave aroma a cedro proveniente do longo estágio em barrica.
Vinho tinto típico da região, conhecido pela sua cor intensa (retinto), frescura e adstringência característica da casta.
Vinho tinto obtido pelas castas Merlot e Syrah. As uvas colhidas manualmente e a seleção cuidadosa, cria este vinho de carácter especiado com notas de fruta madura. Estagia cerca de 24 meses em barricas de carvalho, tornando-se um vinho com perfil adequado para guarda.
Foi a partir de 1700, que a Família Meireles começou a cultivar uvas e produzir vinho em Celorico de Basto, concelho situado na Província do Minho, região Norte de Portugal. Em 1980, Gonçalo Cristovam Meireles Dias, casado com D. Angela Maria Meireles Dias, assumiu a Quinta da Cerca, uma das belas propriedades da Família Meireles. A partir desta época, começaram a investir na expansão da produção de vinho na região dos Vinhos Verdes, construindo uma nova adega com maior capacidade de produção de vinho. Hoje em dia, a Adega
Zafirah é um nome feminino de origem muçulmana que significa graciosidade. O primeiro vinho a solo de Constantino Ramos, enólogo e "braço direito" do conceituado produtor Anselmo Mendes. Com base nas antigas tradições da região, as vinhas encontram-se em Riba de Mouro e Tangil no alto do concelho de Monção — zona norte de Portugal. É um vinho artesanal com intervenções enológicas mínimas, com a produção de 1000 garrafas, rotuladas e numeradas manualmente. Um "verde tinto" com predominância de Alvarelhão, Borraçal, Pedral e Vinhão com mais de 70 anos.
Cor rubi aberta. Aromas a fruta vermelha madura com um toque mineral. Na boca apresenta uma excelente acidez que transmite frescura a par com uma boa estrutura.
Aroma frutado forte com notas de frutos silvestres e notas balsâmicas. Na boca mostra sabores de frutos vermelhos e silvestres combinados com taninos equilibrados e estruturados. Apresenta uma acidez muito fresca.