A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
Vinho
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- Colheita: 2021
Cor amarelo citrino e aspecto brilhante. O aroma é delicado, com notas citrinas ligeiramente tostadas. Na boca, impressiona pela boa acidez e textura marcante, que lhe conferem uma enorme aptidão gastronómica.
Crasto Altitude 430 é o resultado da investigação sobre o potencial da vasta gama de castas autóctones do Douro que tem sido realizada pelas equipas de viticultura e enologia da Quinta do Crasto.
Produzido com as castas Tinta Francisca e Touriga Nacional, este é um vinho tinto de baixo teor alcoólico, típico das uvas cultivadas em altitude (430 metros), fresco e elegante. Apresenta uma cor granda, aromas limpos que relembram os frutos vermelhos e as especiarias finas. Na boca é envolvente e sedutor.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira,
Produzido maioritariamente a partir da casta Touriga Nacional, aliada à Touriga Franca, é um vinho de cor forte e boa concentração, com aroma de frutos silvestres, elegante e fresco na boca, com acidez e notas de madeira muito bem equilibradas, e um final de boca longo e persistente. Bom potencial de envelhecimento.
Depois de ter dedicado cerca 50 anos da sua vida à vitivinicultura Duriense, José António Castro Ramos Pinto Rosas, decidiu concretizar o sonho de realizar a “quinta perfeita” para a produção de Vinhos do Porto e Douro. Após um longo e detalhado estudo da Região Demarcada do Douro e com a ajuda de cartas topográficas, José Rosas encontrou uma propriedade com cerca de 20 hectares, no Douro Superior perto de Vila Nova de Foz Côa, que pelas suas características, julgou ter as con
De grande intensidade aromática, rico e complexo. Fruta madura, notas florais de grande carácter, revelando bem a origem do vinho e a tecnologia utilizada. O estágio em madeira confere a complexidade e o suporte para um grande vinho de guarda. Na boca é muito estruturado, com taninos de grande qualidade. Longo e persistente.
Cor palha com reflexos dourados. Aroma de grande intensidade, elegância e complexidade, com notas de toranja, lima, zimbro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, grande sensação de frescura e untuosidade, muito profundo, tenso e longo!
Cor: Amarelo esverdeado, brilhante
Aroma: Intenso, cítrico, com notas presentes de madeira nova.
Paladar: Sabor intenso com grande complexidade e acidez perfeita: Concentrado na boca, frutos brancos, madeira, muito equilibrado com uma acidez fina, mineral e longo. Muita frescura com grande potencial de envelhecimento.
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, todo o processo de produção de vinho é feito na quinta, desde a vinha ao engarrafamento do vinho.
Duas grandes enólogas juntaram-se para “costurar”, usaram as suas melhores “agulhas” e criaram uma obra-prima de grande caráter, a qual baptizaram com o nome de Crochet.
Numa encosta típica e emblemática, as vinhas velhas da Quinta do Barão crescem e produzem em todo o seu esplendor as uvas selecionadas a dedo para participar nesta equipa como a linha utilizada pelas enólogas, na criação deste Crochet que de ponto em nó se revela um vinho de cor carregada, condensada, consistente. O potencial da matéria-prima aliado à experiência das enólogas Sandra Tavares e Susana Esteban, numa harmonia de aromas e sabores, que na complexidade do Douro, foi tricotada com mestria e elegância numa peça histórica.
Nada poderia afastar Jorge Serôdio Borges e Sandra Tavares da Silva de fazerem, um dia, o seu vinho, que seria fruto da sua experiência profissional e da sua relação. Este talentoso casal decidiu então criar a empresa Wine & Soul em 2001, ao mesmo tempo que adquiriram os 2,5 hectares de vinha velha, com mais de 70 anos e com dezenas de castas, que daria origem ao seu primeiro vinho, cujo nome seria Pintas.
A escolha deste nome prende-se pelo facto de ambos chegarem a casa com inúmeras pintas de mosto nas suas t-shirts, depois de um dia na vindima ou na adega. Hoje em dia, Pintas é uma das maiores estrelas do firmamento vínico português e uma verdadeira sinfonia das vinhas velhas.
O objetivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas
O Vilarissa Valley Grande Reserva é um vinho de cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade, produzido a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca. Estagiou durante 12 meses em barricas novas, 70% de carvalho francês e 30% de carvalho americano. Apresenta uma cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade. O aroma é complexo, profundo e elegante, com notas florais combinadas com frutos vermelhos, onde se sobressaem amoras, com nuances de baunilha e especiarias provenientes da madeira. Na boca é encorpado e muito equilibrado, com destaque para a fruta preta, taninos bem polidos e boa acidez, terminando longo e persistente.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos
Aroma fresco denotando complexidade. Tem um caráter mineral intenso, que confere frescura, combina com notas de frutas de pomar - ameixa branca, citrinos - raspa de limão, aroma leve a fumo e especiarias.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
O Quinta da Vacaria Reserva branco é um vinho elegante, de cor amarelo limão, criado a partir de uma mistura das castas Arinto, Viosinho e Rabigato, revelando frescura e complexidade. No nariz, emergem aromas de frutos exóticos, harmonizados com notas de baunilha e madeira, muito bem integradas. Na boca é volumoso, com uma acidez viva e um final longo.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez q
Após vários anos a trabalhar para outras casas de vinho, Luís Seabra decidiu contruir o seu próprio caminho, criando 2013 a sua empresa, com a missão de produzir vinhos que expressem o sítio de onde vêm, elaborados com uma filosofia de intervenção mínima respeitando a sua natureza e o seu carácter.