O Almanua Terroir Marítimo branco é a primeira criação conjunta de Manuel e Luís Cerdeira, um vinho que reflete a influência atlântica das vinhas de Famalicão.
Produzido a partir das castas Alvarinho, Arinto e Maria Gomes, combina a fruta e o floral do Alvarinho, a frescura vibrante do Arinto e a estrutura firme da Maria Gomes. Fermentado em inox e em barricas especiais de carvalho francês e castanho português, ganha corpo sem que a madeira se sobreponha. Com acidez marcante e uma energia cativante, é um branco gastronómico, pensado para brilhar à mesa.
Vinho
Existem 75 produtos.
Filtros ativos
- Servir a: 7-14⁰C
O Corta Fogo branco resulta da colaboração entre dois enólogos de renome: Anselmo Mendes, uma referência no Alvarinho de Monção e Melgaço, e Mário Sérgio Alves Nuno, ícone da Bairrada. Este vinho combina a frescura da casta Alvarinho, vinificada em barricas de 400 litros, com a elegância da casta Bical, fermentada em barricas de 500 litros, cada um na sua adega.
Após um estágio de nove meses em madeira, os vinhos foram reunidos na adega de Anselmo Mendes, em Melgaço, para o engarrafamento em junho de 2021. Com apenas 2622 garrafas produzidas, o Corta Fogo é um branco que reflete a ambição e a genuinidade dos seus criadores. Criado a partir da vontade de dois amigos que partilham valores comuns, este vinho é uma ode às memórias e às histórias contadas à lareira pelos avós, e não surgiu de
Num anfiteatro natural com exposição a Sul nas encostas do rio Douro, situado na fronteira entre a zona granítica da Região dos Vinhos Verdes e a região de xisto dos Vinhos do Porto, situa-se, desde o Século XVI, a Quinta de Covela. Com vistas panorâmicas sobre o rio, a quinta tem 49 hectares, dos quais 18 plantados com vinha, distribuidos por duas freguesias do Baixo Douro, São Tomé de Covelas e Santa Cruz do Douro, reconhecidas pela sua extraordinária beleza natural e pela sua rica história cultural.
Em tempos mais recentes, a Covela pertenceu a Manoel de Oliveira, um dos mais importantes cineastas europeus da metade do século passado até à atualidade. O realizador, também ele um "Homem do Renascimento", transformou a quinta em várias frentes, construindo aquedutos, muros maciços, casas
A Adega Cooperativa Regional de Monção foi fundada a 11 de Outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores e situa-se em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço. Aqui a matéria-prima, aliada à cuidada seleção das uvas e tecnologias moderna de vinificação, são a garantia da qualidade dos seus produtos, reconhecidos não só em Portugal, como também em grande parte do países da Europa, África, América do Norte e do Sul.
A casta Alvarinho permaneceu na região de Melgaço durante anos, e tradicionalmente as videiras eram plantadas nas margens dos campos, com os cereais a ocuparem o centro das parcelas. Em 1974, João António Cerdeira e os seus pais, António Esteves Ferreira e Maria Cerdeira, decidiram quebrar esta tradição e plantaram a primeira parcela contínua de vinha da casta Alvarinho em Melgaço, que foi baptizada com o nome "Soalheiro", devido à sua exposição solar. O espírito pioneiro de João António marcou a história da família, que desde então está ligada à produção da casta Alvarinho em Melgaço. Hoje, é a terceira geração que dá continuidade ao legado, estendendo a visão à produção biológica.
Produzido a partir de vinhas antigas, com sistemas de condução tradicionais, relembrando técnicas que os antecessores utilizavam: Bica aberta, decantação natural, leveduras indígenas, fermentação com películas e estágio sobre borras totais até ao engarrafamento. De cor citrina e aroma de grande intensidade, este vinho é dominado pela toranja e notas minerais. Na boca é um vinho branco com estrutura mas surpreendentemente fresco devido a uma acidez de elevada qualidade Final longo e persistente.
Citrino e mineral, com suaves notas de maçã e ananás, mas muito elegante no nariz. Na boca, é um vinho untuoso com a acidez a conferir-lhe frescura e longevidade.
Considerado um terroir único na região, graças ao seu solo diferenciado, à exposição solar privilegiada dos seus terrenos e a uma viticultura sustentável, os vinhos aqui produzidos transmitem aquele saber e riqueza humana, que, com determinação e alma, deram forma ao sonho e vida deste Projeto. Potencializar todo esse conhecimento e preservar tradições que fazem parte desta familia e desta região de produção de um vinho tão singular é algo que a família pretende partilhar de forma muito pessoal e próxima. Os vinhos Quinta de Santiago estão repletos de histórias e pretendem mais do que um vinho, ser uma experiência, um momento de partilha.
A raridade da casta Alvarinho, a baixa produção e distinção leva a que estas uvas sejam as mais valiosas de Portugal.
A qualidade das uvas advém de razões naturais de solo e microclima, mas também de práticas culturais de quem trata delicadamente as vinhas e apura criteriosamente o melhor estado de maturação para as vindimar, fase capital para a definição da performance do vinho.
No processo de vinificação, a Quintas de Melgaço segue os métodos e práticas enológicos tradicionais, considerados mais adequados para a sub-região, que concorrem para extrair toda a qualidade das uvas que chegam à adega. É nesta fase, que a Quintas de Melgaço imprime, cuidadamente, identidade própria aos vinhos que produz. Previamente ao engarrafamento, os técnicos especialistas atendem a que o vinho apresente
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa.
Pera-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.