Produzido a partir Alicante Bouschet, Aragonês, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, após estagiar 18 meses em barricas novas de Carvalho Francês, apresenta aromas profundos a fruta vermelha e preta madura, especiarias, um ligeiro toque vegetal. Na boca revela-se envolvente, com textura aveludada pontuada por taninos e uma acidez bem medida. Finaliza com uma percepção da madeira muito bem integrada, longo, sofisticado e elegante.
Situada dentro da cidade de Estremoz, a Quinta destaca-se pela sua beleza e pela sua história, com uma construção apalaçada de arquitectura do séc. XVIII, estimáveis jardins, bosquetes, caramanchões, tanques e outras obras de arte do setecentismo, e atualmente, também pelos excelentes seus vinhos.
A Quinta esteve longos anos na posse da família Zagalo, que a u
Vinho
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A Herdade do Monte da Ribeira remonta a data 1958, sendo adquirida em 1986 pelo industrial Victor Carmona e Costa que, nos 15 anos seguintes, não só reformou completamente a Herdade, como implantou toda a atual estrutura agrícola produtiva e adega.
A Herdade situa-se na freguesia de Pedrogão, pertencente ao concelho da Vidigueira e junto à aldeia de Marmelar. Como tal, conta com uma área de cerca de 1100 hectares, dedicados à exploração vitivinícola e florestal.
Sendo um dos focos principais da herdade a produção de vinho, a primeira vinha foi plantada em 1989 e a primeira colheita surgiu em 1992, comercializada com a marca Vidigueira. Mais tarde foram adicionadas as marcas Pousio e Quatro Caminhos e recentemente, a marca Marmelar.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
A Gloria Reynolds Cathedral é o vinho mais exclusivo deste produtor, lançado apenas em anos de colheitas excecionais e criado com as castas Alicante Bouschet e Trincadeira. Este vinho tinto revela uma cor vermelha muito escura e tem um aroma intenso e complexo com notas de chocolate preto, solo florestal, ameixa, café e cola, juntamente com nuances de frutos secos, menta e tabaco. Na boca, é encorpado e sedoso, com muita fruta preta e um final explosivo, complexo e muito persistente.
A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar.
Próximo ao
Vinho de cor granada escura, revelando notas vibrantes de frutos negros, compota, de especiarias e tosta. Taninos nobres cheios de garra num final poderoso. Grande potencial de envelhecimento.
Cor ruby e concentrada. Aroma exuberante e frutos do bosque. Taninos redondos e bom volume de boca pronunciada.
A Fundação Eugénio de Almeida comemorou em 2023 o seu 60º aniversário.
Com uma ação continuada e cada vez mais abrangente nas áreas Cultural, Educativo, Social e Espiritual, a Fundação Eugénio de Almeida afirma-se como uma das mais relevantes fundações portuguesas, cujo impacto ultrapassa largamente a região de Évora, área geográfica em que residem, maioritariamente, os ativos da Fundação e onde é desenvolvida a sua atividade.
Nesta data importante na história da Fundação Eugénio de Almeida, a Adega Cartuxa lançou uma edição comemorativa de vinhos e azeite que comemoram o percurso notável da Fundação através da excelência da sua produção.
Para marcar de forma indelével os 60 anos da Fundação EA, a Adega Cartuxa apresenta seis vinhos tintos monovarietais, dois vinhos blend e um azeite ex
Herdade da Maroteira Dez Tostões Grande Reserva tinto é um vinho produzido a partir da casta Alicante Bouschet, que representa em plenitude a essência do Alentejo. Revela-se um vinho encorpado e frutado, com frescura e elegância notável, apresentando no seu conjunto, um perfil muito equilibrado.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estr
Esta edição limitada, comemorativa dos 60 anos da Fundação Eugénio de Almeida, percorre a nossa história, através de uma seleção de oito vinhos e um azeite, todos exclusivos, numa tiragem de apenas 1.000 garrafas de cada. EDIÇÃO COMEMORATIVA DOS 60 ANOS DA FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA.
É um vinho de aspeto límpido e brilhante de cor amarela esverdeada
No aroma surge uma fruta tropical acompanhada de lima, marmelo e frutos secos
Na boca tem boa acidez, é macio, complexo, com notas de caramelo, compota e baunilha, tudo integrado num conjunto fresco e equilibrado
Ideal para acompanhar pratos de peixe e marisco.
Produzido a partir da casta Moreto e fermentado em talha, este vinho tinto apresenta aromas terrosos, frutas vermelhas e especiarias. Na boca revela um corpo leve com taninos vivos e uma acidez média.
O vinho Herdade da Candeeira Barro tinto combina tradição e modernidade, revelando elegância e frescura distinta. A sua cor rubi antecipa um aroma de terra fresca e frutas vivas, e no paladar, é robusto, mas suave e revigorante, com uma textura aveludada.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
É um vinho de cor granada viva, aroma de frutos vermelhos maduros, algum floral e especiarias cedidas pela madeira que lhe confere boa complexidade. Na boca é macio, intenso, encorpado com taninos firmes e redondos, bem estruturado e com um final de prova profundo e persistente.
O Quinta de Foz de Arouce é produzido com as castas Baga e Touriga Nacional, provenientes de solos xistosos, e estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano. É um vinho tinto com boa concentração de aromas, revelando notas de frutos vermelhos e resina. Na boca é equilibrado, com taninos suaves e um final persistente.
A Quinta de Foz de Arouce situa-se no Conselho da Lousã, na região das Beiras. Está rodeada pelos contrafortes das Serras da Lousã e Penela e é banhada pelos rios Arouce e o Ceira onde o primeiro desagua. Os antigos documentos existentes na casa referem as propriedades como pertença da família desde o Sec. XVIII, sabendo-se que algumas dependências são mais antigas, pois a primitiva casa foi por duas vezes consumida pelo fogo. A capela contígua à cas