O Corta Fogo branco resulta da colaboração entre dois enólogos de renome: Anselmo Mendes, uma referência no Alvarinho de Monção e Melgaço, e Mário Sérgio Alves Nuno, ícone da Bairrada. Este vinho combina a frescura da casta Alvarinho, vinificada em barricas de 400 litros, com a elegância da casta Bical, fermentada em barricas de 500 litros, cada um na sua adega.
Após um estágio de nove meses em madeira, os vinhos foram reunidos na adega de Anselmo Mendes, em Melgaço, para o engarrafamento em junho de 2021. Com apenas 2622 garrafas produzidas, o Corta Fogo é um branco que reflete a ambição e a genuinidade dos seus criadores. Criado a partir da vontade de dois amigos que partilham valores comuns, este vinho é uma ode às memórias e às histórias contadas à lareira pelos avós, e não surgiu de
Vinho
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Cor esverdeada, aroma cítrico, mineral e vegetal leve. Na boca mostra um leve efervescente que o torna vibrante e apetitoso, resultando num final longo e intenso.
Num anfiteatro natural com exposição a Sul nas encostas do rio Douro, situado na fronteira entre a zona granítica da Região dos Vinhos Verdes e a região de xisto dos Vinhos do Porto, situa-se, desde o Século XVI, a Quinta de Covela. Com vistas panorâmicas sobre o rio, a quinta tem 49 hectares, dos quais 18 plantados com vinha, distribuidos por duas freguesias do Baixo Douro, São Tomé de Covelas e Santa Cruz do Douro, reconhecidas pela sua extraordinária beleza natural e pela sua rica história cultural.
Em tempos mais recentes, a Covela pertenceu a Manoel de Oliveira, um dos mais importantes cineastas europeus da metade do século passado até à atualidade. O realizador, também ele um "Homem do Renascimento", transformou a quinta em várias frentes, construindo aquedutos, muros maciços, casas
Cor: Palha brilhante com reflexos citrinos.
Aroma: Intenso, profundo e complexo. Notas a flores brancas como a tília e madressilva, frutos de árvore como pêras, damascos e ameixas brancas. Leves notas a especiarias.
Na boca: Ataque untuoso. Acidez equilibrada que confere uma enorme personalidade à prova. Mineral. Final longo, elegante e crocante. Um vinho com alma.
A Adega Cooperativa Regional de Monção foi fundada a 11 de Outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores e situa-se em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço. Aqui a matéria-prima, aliada à cuidada seleção das uvas e tecnologias moderna de vinificação, são a garantia da qualidade dos seus produtos, reconhecidos não só em Portugal, como também em grande parte do países da Europa, África, América do Norte e do Sul.
Cor: Citrina.
Aroma: Intenso. Sobressaem os aromas citrinos (lima, limão), florais (flores brancas) e mineral.
Paladar: Seco. Acidez crocante. Corpo médio. Termina com um final persistente e guloso.
A casta Alvarinho permaneceu na região de Melgaço durante anos, e tradicionalmente as videiras eram plantadas nas margens dos campos, com os cereais a ocuparem o centro das parcelas. Em 1974, João António Cerdeira e os seus pais, António Esteves Ferreira e Maria Cerdeira, decidiram quebrar esta tradição e plantaram a primeira parcela contínua de vinha da casta Alvarinho em Melgaço, que foi baptizada com o nome "Soalheiro", devido à sua exposição solar. O espírito pioneiro de João António marcou a história da família, que desde então está ligada à produção da casta Alvarinho em Melgaço. Hoje, é a terceira geração que dá continuidade ao legado, estendendo a visão à produção biológica.
Aroma frutado forte com notas de frutos silvestres e notas balsâmicas. Na boca mostra sabores de frutos vermelhos e silvestres combinados com taninos equilibrados e estruturados. Apresenta uma acidez muito fresca.
O Soalheiro Oppaco tem cor rubi brilhante. No nariz, revela aromas de fruta vermelha fresca com notas de especiarias que enriquecem o aroma e despertam a curiosidade. Tem uma boca estruturada, fresca e elegante, com uma acidez bem vincada e taninos persistentes. O Soalheiro Oppaco tem o mesmo potencial de evolução em garrafa que os nossos vinhos brancos.
Produzido a partir de vinhas antigas, com sistemas de condução tradicionais, relembrando técnicas que os antecessores utilizavam: Bica aberta, decantação natural, leveduras indígenas, fermentação com películas e estágio sobre borras totais até ao engarrafamento. De cor citrina e aroma de grande intensidade, este vinho é dominado pela toranja e notas minerais. Na boca é um vinho branco com estrutura mas surpreendentemente fresco devido a uma acidez de elevada qualidade Final longo e persistente.
De cor citrina, aroma Intenso, com notas de mineralidade e frutos de polpa branca. Na boca é um vinho com grande volume e estrutura, tudo muito bem equilibrado com a acidez. Final Longo e persistente.
Intenso, macio e equilibrado, com final muito suave e longo.
Cor vermelha granada. Aromas de frutas silvestres e chocolate preto. Na boca é extremamente denso com taninos macios e marcado por um longo final de boca.
Turra Pet-Nat nasce em 2020 com o intuito de trazer aos dias de
hoje um vinho natural e histórico. A forma manual com que é feito
lembra os vinhos produzidos nas gerações dos nossos avós, trazendo à actualidade o melhor que era feito na região durante séculos.
Fermentado a temperaturas controladas, de forma a enaltecer e manter o aroma frutado das castas utilizadas. Intenso, macio, frutado, final persistente.
Quinta São Gião Vinhão, resulta de uma cuidadosa seleção das uvas, com a tradicional pisa em lagar de pedra. Este é um vinho de cor intensa, frutado, com notas de frutos silvestres, complexo e estruturado, com final longo e persistente.