A Quinta de Ventozelo é uma das mais antigas e maiores quintas do Douro, com cerca de 400 hectares, dos quais 200 são de vinha. Situada na margem esquerda do Douro, desenvolve-se num amplo anfiteatro apresentando condições excecionais de solo e de diversidade microclimática para uma viticultura de excelência.
A história da casta Syrah fala-nos de uma surpresa, que não sendo autóctone da região do Douro, mostra em Ventozelo personalidades inesperadas. Quase 5 ha de vinha ao alto, adaptada à severidade do Douro, mantendo o carácter da uva, sem esconder a verdadeira essência desta região demarcada.
Vinho
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De sabor autêntico e intenso, este vinho é produzido a partir de um lote único das principais castas da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo - Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão - sem estágio em madeira, demonstrando que não é preciso barrica para ser sofisticado.
De cor rubi, o seu aroma é jovem, exuberante e mineral, revelando um magnífico equilíbrio entre fruta, estrutura densa e álcool, com uma riqueza e volume fora do comum, prometendo evoluir muito bem em garrafa.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta li
O aroma é concentrado, com notas a fruta preta e especiarias. No boca é encorpado, tem um sabor complexo onde sobressaiem a fruta preta e tem uns toninos intensos, mas bem integrados que conferem ao vinho um final longo e fresco. É um vinho muito gastronómico.
Rubi aberto e aroma a privilegiar a vertente de fruta vermelha fresca a lembrar framboesa, morango e ameixa. Fluido na prova, de corpo bastante leve, pouca extração, taninos macios e boa acidez. No palato reflecte todo o sabor da fruta identificada no nariz.
Cor citrina intensa com reflexos esverdeados. No nariz revela grande complexidade, um aroma sóbrio e contido a frutos brancos de caroço suportados por uma distinta mineralidade e notas de baunilha em perfeita harmonia. Paladar frutado e complexo, volume de boca notável, elegante, harmonioso e termina com frescura crocante que lhe confere persistência e longevidade.
A cor é rubi profundo típico da casta. No nariz um ligeiro destaque de vegetais nuances que combinam com notas finas de frutos maduros e notas terciárias típicos da variedade, como café e especiarias, oferecendo um monte de complexidade e intensidade. Na boca mostra tem um perfil que permite que ser consumido enquanto jovem, no entanto, certamente vai premiar aqueles que escolhem para a evolução na garrafa.
O Barca Velha de 2000 tem uma intensa cor rubi e um aroma de grande complexidade, com presença de frutos vermelhos bem maduros, como a ameixa e a framboesa, e especiarias como o cravinho e a canela. Ligeiros aromas mentolados são encontrados nesta colheita, que se destaca pela sua excelente estrutura tanínica e equilíbrio em acidez.
A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à
Graça Reserva Tinto Após uma vinificação cuidada com temperatura e maceração controladas, o vinho estagiou em barricas novas de carvalho francês durante um período de 12 meses.
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838.
As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro.
Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão.
O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Entrar na Quinta da Lapa é entrar num tempo diferente. Individual, privado e inesquecível. O lugar existe há mais de 300 anos e tem uma história que não pesa porque vive. Num copo de vinho, num passeio, numa noite, numa festa ou num simples momento de partilha.
O perfil dos vinhos Quinta da Lapa é a um tempo mineral e profundo, conseguindo aliar uma excelente maturação fenólica a uma grande frescura, quando normalmente isso só se consegue com vinhedos de altitude.
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling.
Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
Aroma muito limpo a laranja caramelizada, marmelada e mel. Bom balanço entre doçura e acidez. Elegante e de grande prazer.