Van Zellers & Co Douro Tinto é um vinho feito à mão, onde a mistura de diferentes uvas e vinhas de três vales principais: Torto, Pinhão e Douro. Este lote produz um vinho marcado por aromas a frutos aromas de frutos vermelhos, é encorpado, redondo e com um final longo.
Vinho
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- Colheita: 2021
O 2160 Branco é um vinho que tem cor palha limão. Nariz fino e elegante. Muito frutado e fresco, com aromas a pêra e ameixa branca e nuances de ananás. Muito mineral e algum fruto tropical muito bem integrado. Intenso, repleto de notas aromáticas que recordam o sabor a frutos secos e fruta de caroço. Acidez equilibrada, complexo e com uma boa estrutura dada pela acidez. Comprova a mineralidade no nariz. Final longo e fino.
O Vinho Poças Fora de Série Plano B Branco 2021 é uma expressão distinta do Douro Superior, criado a partir de um blend selecionado de uvas Gouveio e Rabigato. Este vinho destaca-se pela sua frescura, nuances salinas e acidez equilibrada, fruto do envelhecimento em barricas de carvalho francês por 10 meses. Perfeito para acompanhar mariscos, o Plano B Branco 2021 é a escolha ideal para quem busca um vinho branco português que combina tradição e inovação, oferecendo uma experiência de degustação única. Este vinho representa o compromisso da vinícola Poças com a qualidade, refletindo a riqueza do terroir do Douro Superior.
Aroma complexo de fruto maduro, muito floral e exuberante, com ligeiras notas madeira bem integradas. Boca muito equilibrado, saboroso, num perfil muito expressivo e intenso com final muito persistente.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Cor vermelho granada. No nariz, a Touriga Nacional dá-nos a componente floral com aromas de bergamota e manjericão, enquanto a Touriga Franca se expressa em sabores como o mirtilo e a amora. Muito elegante e estruturado. Final longo com notas persistentes de fruta madura.
O aroma é concentrado, com notas a fruta preta e especiarias. No boca é encorpado, tem um sabor complexo onde sobressaiem a fruta preta e tem uns toninos intensos, mas bem integrados que conferem ao vinho um final longo e fresco. É um vinho muito gastronómico.
Cor granada com grande profundidade. O aroma mostra a exuberância da fruta madura e notas de feno fresco, terra molhada, baunilha e especiarias. Na boca, surpreende pela pujança, textura aveludada e riqueza aromática, num conjunto atraente e moderno.
Este vinho surpreende pela sua pureza e sofisticação. Resulta do perfeito equilíbrio das principais castas da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo — Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz —, uma composição que reflete com transparência e elegância o terroir do Douro.
Apresenta cor intensa, que remete para as encostas xistosas e a paisagem agreste dos socalcos durienses. No nariz, revela uma ampla viagem de aromas, com notas densas e sedutoras de fruta madura, complementadas por uma sofisticada integração da madeira de carvalho francês. Na boca, destaca-se pela estrutura musculada, textura suculenta e final tenso, longo e profundo, num conjunto harmonioso e de grande caráter.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Tudo começou em 1918, quando Manoel Domingues Poças Júnior, nascido no centro da azáfama do Vinho do Porto, decidiu fundar o seu próprio negócio. Com cerca de 30 anos de idade, Manoel Poças tinha alguma experiência de trabalho na área e, conjuntamente com o seu tio, fundou uma empresa de fornecedora de brandies a grandes produtores de Vinho do Porto.
Anos mais tarde, estebelece a sede do seu negócio em Vila Nova de Gaia, onde se fixou até aos dias atuais.
Toda a família Poças veio a partilhar a sua paixão pelo vinho, combinando o respeito pela tradição com a mente aberta à inovação trazida pelas novas gerações. Hoje, com três Quintas nas melhores localizações da Região Demarcada do Douro, a Poças tem o controlo total da qualidade dos seus vinhos.
A CVD Companhia dos Vinhos do Douro é uma empresa que produz e comercializa vinhos provenientes da região do Douro de categoria DOC, de elevada qualidade e rigor técnico. Nesta jovem empresa está conjugado um profundo conhecimento da região com uma grande dose de profissionalismo e desenvolvimento, usando o melhor método enológico para obter vinhos modernos, grandiosos e capazes de despertar sensações agradáveis em prova.
Atualmente com uma gama de produtos bastante mais diversificada, estes são fortes exemplos do que o terroir duriense tem para oferecer, que desde a simplicidade à sofisticação, podem ser apreciados em qualquer ocasião.
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
O nariz confirma os predicados anteriores, revelando uma boa presença de fruta vermelha com nuances de pimenta preta, tornando o conjunto sóbrio e equilibrado.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.