Muito concentrado na cor, grande profundidade no nariz, complexo, com muitas nuances aromáticas, é um vinho equilibrado, nenhum aroma se sobrepõe a outro. Estagiou em barricas de carvalho francês. Vibrante e de grande elegância, apresenta uma excelente integração da madeira e surpreende pela grande variedade de sabores. Final de boca muito longo.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é la
Vinho
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As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta base. Seguramente, uma Quinta de beleza encantadora e memorável.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Aroma complexo de fruto maduro, muito floral e exuberante, com ligeiras notas madeira bem integradas. Boca muito equilibrado, saboroso, num perfil muito expressivo e intenso com final muito persistente.
Muito elegante, complexo e intenso. Aromas de frutas de baga selvagem, baunilha, cacau e especiarias. Um vinho com um equilíbrio incrível, onde a fruta e as especiarias se fundem com a elegância dos taninos. Reflete o terroir onde as vinhas estão plantadas.
Cor vermelha profunda com tons violáceos. Aroma intenso dominado por frutos pretos muito maduros, amoras e cassis, apresentando também aromas a violeta e madeira exótica. Aromas de especiarias resultam das barricas de carvalho. Todos estes aspectos contribuem para uma grande complexidade aromática que aumentará com o tempo. Encorpado, acidez bem equilibrada com taninos firmes e maduros. Estas características juntas tornam-no um vinho encorpado e poderoso com um final longo e persistente.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Os vinhos produzidos na quinta são, dependendo dos anos, o Vinha do Fojo ou o Fojo, sempre e exclusivamente da mesma vinha, uma vinha velha com castas misturadas. São vinhos de grande longevidade produzidos de forma tradicional, em lagares com pisa a pé, e fruto do total respeito pela vinha, sem práticas enológicas que manipulam o resultado final e que afastam o vinho da sua origem.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto.
Cor vermelho intenso. Aroma a frutos de baga negros, eucalipto, notas anis e minerais a transmitirem complexidade. Vinho com a acidez equilibrada e volume, suportado por taninos bem maduros que transportam sabores frutados intensos e notas tostadas que prolongam o final.
Com uma cor rubi carregada, este vinho revela uma elegância e complexidade no aroma, proporcionadas pelos toques de especiarias e baunilha adquiridos durante o estágio em barricas de carvalho francês. Surge também uma agradável fragrância de fruta vermelha fresca. Em boca, apresenta taninos marcados e boa estrutura, culminando num final longo e volumoso.
Com Quintas no Douro Superior, em redor de Almendra, a Casa Agrícola Roboredo Madeira está ligada à viticultura na região, desde o final do século XIX.
Atualmente, a vinha mais antiga remonta a 1966, e desde então, foram introduzidas novas castas tradicionais, reconvertidas a modo de produção biológica. Com a construção da adega, desde 2004 que se produz vinhos que são o reflexo da paixão pela terra e do respeito pela natureza, que cheiram e sabem à terra, ao xisto, à esteva, às flores e aos frutos silvestres.