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Vinho Quinta de Ventozelo Oak Matured

15,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Com uma cor rubi carregada, este vinho revela uma elegância e complexidade no aroma, proporcionadas pelos toques de especiarias e baunilha adquiridos durante o estágio em barricas de carvalho francês. Surge também uma agradável fragrância de fruta vermelha fresca. Em boca, apresenta taninos marcados e boa estrutura, culminando num final longo e volumoso.
02165

Ficha informativa

Colheita
2022
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta de Ventozelo
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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A Vieira de Sousa - Vines and Wines, Lda é uma empresa familiar com tradição secular na produção de vinhos do porto. Na Quinta do Roncão pequeno surgiu a marca Vieira de Sousa, honrando o nome da família que de geração em geração aprendeu a bem fazer os nossos vinhos, aproveitando o melhor que o douro e as suas gentes têm para oferecer. Temos como filosofia manter o estilo clássico e tradicional do vinho do porto, sempre com o sabor e saber familiar como base a todo o processo. As nossas quintas estão situadas ao longo dos rios douro e pinhão com diferentes altitudes e diferentes exposições solares, o que nos permitem a produzir vinhos equilibrados e de grande qualidade todos os anos.
A Quinta de Ventozelo é uma das mais antigas e maiores quintas do Douro, com cerca de 400 hectares, dos quais 200 são de vinha. Situada na margem esquerda do Douro, desenvolve-se num amplo anfiteatro apresentando condições excecionais de solo e de diversidade microclimática para uma viticultura de excelência. A história da casta Syrah fala-nos de uma surpresa, que não sendo autóctone da região do Douro, mostra em Ventozelo personalidades inesperadas. Quase 5 ha de vinha ao alto, adaptada à severidade do Douro, mantendo o carácter da uva, sem esconder a verdadeira essência desta região demarcada.
O Château Coucy é macio, frutado e agradável ao paladar. É um vinho de mesa que harmoniza bem com pratos simples e até sobremesas. Recomendamos com carnes vermelhas (cordeiro) ou brancas (frango). Vinificação: fermentação alcoólica em cubas com temperatura controlada (a uma temperatura média de 28°C). Fermentação malolática em cubas, onde 1/3 da produção estagia em barricas de carvalho francês durante 12 meses para conferir ao vinho mais corpo e estrutura. O restante estagia em cubas de betão.
Com uma cor petróleo pouco convencional e ligeiramente nublada, este vinho revela no nariz uma exuberância intrigante, onde toques oxidativos se fundem com uma leve redução, lembrando pólvora. A fruta cristalizada surge subtilmente em segundo plano, acrescentando uma delicadeza que se equilibra com a intensidade do conjunto. Na boca, o vinho arranca de forma fina, ganhando um volume impressionante à medida que se desenvolve, terminando com uma presença dominante e marcante. De caráter original, é um vinho gastronómico que combina complexidade e força, perfeito para harmonizar com pratos desafiadores e para aqueles que buscam uma experiência única e memorável.
Vinho equilibrado na prova, com boas notas aromáticas, e leve integração na madeira. Um vinho do Douro que tem bem presente no seu corpo as uvas do Cima-Corgo, das castas mais tradicionais da Região. Estágio de 3 meses em madeira de carvalho francês. Castas: Castas tradicionais do Douro, com predominância de Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado. Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Cor rubi intensa. Aroma a notas de frutos silvestres maduros, compota e especiarias. Nuances de cacau e mocha. Mostra uniformemente a tosta bem integrada das barricas e a mineralidade das ânforas de barro. A riqueza da fruta é imediata na boca. É volumoso e intenso, com taninos firmes e um final longo, complexo e persistente.
Foco principal na qualidade da uva. Produção integrada com vários desbastes selectivos para reduzir o rendimento até 4.000kg/ha. Vindima nocturna e separada por castas. Fermentação dos bagos, limpos e por castas separadas e sem esmagar, em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau, com temperatura controlada e durante um longo período. Leveduras próprias. Fermentação maloláctica em barricas Estágio em barriscas de carvalho francês Seguin Moreau por castas, durante 12 meses. Aplicação minima de sulfitos. Mistura das castas, engarrafamento e estágio do vinho na garrafa durante 2 anos, na herdade.

DOURO

O Barca Velha de 1995 revela-se brilhante, profundo e de um intenso vermelho. O seu leque de aromas é bastante rico, revelando notas a fruta madura, violetas, especiarias como a baunilha e a pimenta, balsâmico e nuances de aromas terceários como farmácia e iodo. No paladar, mostra um excelente equilíbrio entre álcool e acidez, muito persistente, fino, elegante e com um acabamento delicado.

Criteriosa selecção de uvas afectadas pelo fungo Botrytis Cinerea, fenómeno natural vulgarmente designado por podridão nobre. Prensagem em prensa pneumática sem desengace, nem esmagamento. Inoculação com leveduras selecionadas. Fermentação lenta a baixas temperaturas durante aproximadamente, 2 meses. O vinho estagiou durante 24 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
É um vinho de cor granada viva, aroma de frutos vermelhos maduros, algum floral e especiarias cedidas pela madeira que lhe confere boa complexidade. Na boca é macio, intenso, encorpado com taninos firmes e redondos, bem estruturado e com um final de prova profundo e persistente.
Depois de colocar no carrinho a quantidade que pretende pf indique ao finalizar a compra no campo "observações" qual a casta que pretende (Aragonez, tannat, syrah, touriga nacional ou chardonnay). 
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista. Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas. Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro