Aroma apelativo com notas discretas de frutos tropicais frescos, complexadas com ligeiras nuances do balseiro onde fermentou e estagiou e um agradável enxofre vulcânico.
Na boca tem uma acidez refrescante e mineralidade. Volume muito envolvente e persistente. Final salino.
Vinho
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Terrantez do Pico é um vinho branco monocasta com um aroma marcado por notas de goiaba e pêssego com a presença de fundo do natural perfil vulcânico. Com um forte caráter mineral, mostra em diferentes momentos alguma goiaba, pêssego e amanteigado, tudo com a presença de fundo do natural perfil vulcânico. Boca com volume, muito mineral e profundo. Tem um final untuoso, salgado e muito persistente.
O Verdelho é uma casta autóctone dos Açores, distinta dos “Verdelhos” do continente e partilhada com a vizinha Madeira. elas. Este Verdelho é “o Original”, o das ilhas, o da frescura, o da salinidade, o da mineralidade e do perfume único que fez o Verdelho ser... O Verdelho!
O vinho elaborado em método Solera, em que a colheita seguinte atesta a anterior sem qualquer remoção de borra. O resultado é um Arinto dos Açores tri-dimensional com a expressão da casta, da acumulação de borra fina e da combinação de quatro colheitas. O Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, tendo em comum com o Arinto do continente apenas o nome e a boa acidez.
Frei Gigante é um vinho branco do Pico com aroma de frutos citrinos, tropicais e fundo de algas lembrando a brisa marítima em ambiente vulcânico.
O vinho apresenta uma cor citrina com um “bouquet” onde estão presentes os aromas minerais, florestais, com um sabor fresco, com notas minerais e uma excelente acidez crocante.
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.
Situada na zona do Alto Alentejo, a Herdade da Fonte Santa tem séculos de conservação e aperfeiçoamento do seu solo, que conjuga com a experiência nas melhores práticas e processos.
É aqui, onde xisto, granito e um ecossistema ímpar se encontram, que uma equipa altamente especializada trabalha para gerar os melhores produtos que a região pode oferecer.
É neste contexto e com este compromisso que nasce a MAINOVA, uma marca autêntica, inovadora, sustentável, que brinda ao futuro sem nunca esquecer a herança, tradições e verdades do passado.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970.
Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família.
Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
O espírito Duckman não é fácil de definir; é uma mistura da herança dos nossos antepassados com um espírito intergeracional de olhar para o mundo em geral e para o vinho em particular. Além disso, foi definido como um Projeto de Vinhos Artesanais que visa suscitar questões sobre os costumes e tendências associados ao mundo… e também ao vinho.
Cor alaranjada, aroma marcante a flor de larangeira devido a maceração pelicular. Na boca, surpreendente pela sua invulgar combinação entre estrutura acidez e salinidade.
Este vinho é produzido a partir da casta Malvasia, casta típica da região e que permite ostentar a designação D.O.C. Colares. A vinha tem a particularidade de estar instalada em solos tradicionalmente designados "chão de areia". O clima é muito específico devido à proximidade do mar e da serra de Sintra. O vinho exprime toda essa especificidade climática e pedológica da região.
Cor: Amarelo limão, límpido.
Aroma: Inicialmente neutro, com evidência de notas cítricas e perfil redutivo.
Paladar: Acidez elevada, destacando-se pela sua linearidade, sendo o pilar deste vinho.
Cor amarela citríca.
Extremamente perfumado, com aroma a fruta branca e ligeira flor de laranjeira.
Na boca é envolvente com extrema frescura no palato, terminando com mineralidade.
Aroma fresco denotando complexidade. Tem um caráter mineral intenso, que confere frescura, combina com notas de frutas de pomar - ameixa branca, citrinos - raspa de limão, aroma leve a fumo e especiarias.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.