Verdelho é um vinho branco monocasta do Pico, com um aroma marcado por notas de frutos cítricos envolvidas num agradável perfil vulcânico muito mineral. Aroma marcado por notas de frutos cítricos envolvidas num agradável perfil vulcânico muito mineral. A boca é elegante e refrescante mostrando toda a influência da proximidade ao mar.
Vinho
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Arinto dos Açores Indígenas De António Maçanita é um vinho branco complexo, salino e mineral, com aromas a frutos tropicais e sabores cítricos intensos. É um vinho branco que apresenta uma estrutura aveludada, com enorme concentração aromática, corpo límpido e puro, com notas salinas e minerais e uma acidez cítrica impressionante.
A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 70 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.
Este vinho possui uma cor amarelo-esverdeado pálido. Seu aroma é uma elegante combinação de alguma fruta verde (maçã e pêra) com ligeiras notas minerais. Na boca é surpreendentemente estruturado, com acidez presente e final persistente.
O curtimento não se nota na cor citrina aberta, mas é muito evidente no aroma complexo, com muitas notas de casca, vegetal seco, laranja e citrinos maduros. Grande harmonia na boca, num registo cheio e profundo, mas com perfeito equilíbrio de acidez. Um vinho branco muito civilizado, elegante, vibrante e longo.
Este Vindima Tardia é um vinho de aroma intenso a figos, frutos secos, marmelada e mel. Na boca revela uma doçura agradável e um interessante volume e elegância, terminando longo com uma equilibrada e vibrante acidez.
O Morgado do Quintão Branco de Tintas 2023 apresenta uma cor amarelo-pálido com nuances acobreadas que refletem a singularidade do seu processo de vinificação. No nariz, destaca-se pelas notas frescas de cereja e um toque subtil de brioche, revelando complexidade e elegância. No paladar, é mineral e denso, com uma textura marcante e uma profundidade que proporciona um final envolvente e prolongado.
Cor laranja mel, nariz muito exuberante,
notas de laranja cristalizada, algum
marmelo quase toques de vindima tardia.
Ataque cheio, super texturado a meio de
prova, guloso, mas com muita frescura.
Fermentação com leveduras indígenas, em ânforas de cerâmica microporosa produzidas manualmente em Itália, com 600 litros de capacidade. Estágio sobre borras durante nove meses com bâtonnage.
Invisível é um vinho branco produzido a partir do mosto lágrma das uvas tintas da casta Aragonês, em que as mesmas são colhidas à noite e proveninetes de um talhão selecionado da propriedade da Ervideira. Quase transparente, com laivos rosa, apresenta um aroma floral, com notas de frutas brancas como o melão e a pera. O paladar confirma o aroma, com um bom equilíbrio e final levemente adocicado.
A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos se
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passare
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
É um vinho muito suave e elegante. Fruta fresca com notas de especiarias. Boca equilibrada e fresca.