Cor vermelha profunda com tons violáceos. Aroma intenso dominado por frutos pretos muito maduros, amoras e cassis, apresentando também aromas a violeta e madeira exótica. Aromas de especiarias resultam das barricas de carvalho. Todos estes aspectos contribuem para uma grande complexidade aromática que aumentará com o tempo. Encorpado, acidez bem equilibrada com taninos firmes e maduros. Estas características juntas tornam-no um vinho encorpado e poderoso com um final longo e persistente.
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Uva
- Touriga Nacional
- Touriga Franca
- Tinta Roriz
Apresenta boa estrutura, com taninos firmes e maduros, encorpado, com uma acidez bem equilibrada, tudo bem envolvido no seu corpo. Proporciona um final persistente, harmonioso e de grande elegância.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
Gloria Reynolds Art & Tradition Branco 2021 é um branco do Alentejo que combina profundidade aromática, textura cremosa e frescura vibrante. Feito para quem aprecia vinhos brancos ricos, com carácter, equilíbrio entre fruta e mineralidade, e um final persistente, muito frontal e elegante.
Nicolau de Almeida Vinho do Porto Branco, DOC Porto. Mel, amêndoa, fruta tropical, floral. Fresco e equilibr. 19,5% vol
Ferradosa Vinhas Velhas Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Fruta vermelha madura, cereja negra, ameixa, especiarias e notas a floresta de pinheiro. Um vinho de taninos aveludados, final longo e persistente e repleto de fruta.
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
O Vinho Vilarissa nasce no coração do Douro e expressa a autenticidade de uma das regiões vitivinícolas mais prestigiadas do mundo. Reconhecidos pelo equilíbrio, elegância e perfil gastronómico, os vinhos Vilarissa combinam tradição duriense com uma abordagem moderna.
Sagrado Porto Rosé, DOC Porto. Morango, framboesa, frutos vermelhos frescos e florais. 19% vol
Vallegre Vinho do Porto Tawny, DOC Porto. Fruta vermelha madura, caramelo suave, nozes e figo. Te. 19,5% vol
Warre's Porto Colheita 1972, DOC Porto. Frutos secos, mel, figo, caramelo e notas de madeira en. 20% vol
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Os vinhos de Colares são um paradoxo sem igual em Portugal. Desde a vinha, que não sofreu com a Filoxera devido a estar plantadas em solos arenosos, à qualidade distinta que estes vinhos albergam.
As características únicas do vinho de Colares devem-se às suas castas, solo e clima temperado e húmido no Verão e, ainda, ao facto de 80% da vinha estar instalada em solos arenosos, respeitando a prática tradicional de viticultura.
O vinho de Colares só atinge a sua máxima qualidade passados vários anos, embora o estágio mínimo seja de 18 meses. Dado a este fator, a comercialização é muito limitada.