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O Royal Palmeira Loureiro Sur Lies Fines 2009 é um vinho branco icónico da região do Minho, em Portugal, produzido pela Quinta da Pedra. Elaborado exclusivamente com a casta Loureiro, destaca-se pela sua técnica de produção "sur lies" (estágio sobre as borras finas), que lhe confere uma longevidade e complexidade invulgares para um vinho desta região.
O Gloria Reynolds Art & Tradition 2013 é um vinho tinto de exceção, produzido apenas em anos de qualidade superior. Este vinho representa a arte e a tradição vitivinícola da família Reynolds, que há gerações produz vinhos de grande carácter no Alentejo. Com uma vinificação meticulosa e um longo estágio em barricas de carvalho francês, este vinho exibe uma estrutura notável, complexidade aromática e um impressionante potencial de envelhecimento.
Cor vermelho escuro com núcleo preto. Aroma de bouquet puro e nobre, frutos silvestres e especiarias. Na boca é elegante mas poderoso, taninos jovens e cremosos, muito extrato de fruta doce, bela mineralidade, final de boca muito duradouro. Grande potencial de envelhecimento.
Este rosé das estrelas é acima de tudo um magnífico sucesso e foi um dos grandes sucessos das colheitas de 2012 e 2013 (eleito o melhor rosé do mundo pela Wine Spectator). Este ano não vai ficar atrás, prometemos! Este Côtes de Provence desdobra-se em notas de flores brancas, frutos vermelhos e uma estrutura refrescante. Estenda o tapete vermelho, o rosé mais popular está a chegar a sua casa!
Studio by Miraval é o resultado da coesa parceria entre a Família Perrin com os famosos artistas de Hollywood Brad Pitt e Angelina Jolie, e uma homenagem à região de Provença. Produzido a partir das castas Cinsault, Grenache, Rolle e Tibouren, apresenta uma pálida cor rosada e aromas cítricos e florais que evocam a região. No paladar surge equilibrado com sedutoras notas de frutas cítricas e uma frescura iodada, proveniente da proximidade da vinha com o Mar Mediterrâneo. Não é por acaso que a Famille Perrin é o principal produtor de vinho biológico do Vale do Ródano Sul, onde ocupam os melhores terroirs da região. Os seus valores deram-lhes uma reputação mundial de excelência: respeito absoluto pelo solo, compromisso com métodos manuais e uma profunda convicção de que a viticultura biológ

Carvalhas Branco: Um branco duriense de uma jovem e brilhante cor citrina com intensos aromas de flor de laranjeira e alperce com nuances minerais e vegetais típicas que combinam com notas de madeira muito bem integradas. Excelente estrutura, com imensa complexidade e volume de sabores frutados, no entanto, revela enorme frescura e intensidade, terminando muito longo e persistente.

Carvalhas Vinhas Velhas Tinto: Um vinho de impressionante exuberância aromática onde se salientam notas de frutos vermelhos e fruta preta aliados a nuances herbacias e especiadas demonstrando uma harmoniosa integração com a madeira de carvalho através de subtis notas de baunilha.  Os taninos firmes e muito redondos, com sabores realçados por uma equilibrada acidez que torna a prova longa e persistente.

Região: Dão.
Cor: Ruby profunda. Aroma: Intenso, com notas silvestres, fruta escura, resina e pimenta preta. Boca: Na boca tem grande complexidade, com taninos maduros bem presentes e um final longo e persistente.
Castas: Camarate, bastardo e pilongo
Existe opção caixa com 2 garrfaas.

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Produzido a partir da casta Viognier, cujas uvas foram colhidas manulamente, estagiou cerca de 12 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta-se de cor amarelo citrino, com notas de flor de laranjeira e frutos tropicais. Na boca envolve pela sua textura cremosa, resultando do longo estágio em madeira, conferindo-lhe um final longo e persistente. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Phili
Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta uma cor muito concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos e especiarias. Na boca é encorpado, equilibrado e com taninos bem presentes e redondos. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vi
A Vinha do Ujo foi plantada em 1930, em patamares horizontais pré-filoxéricos, sendo o solo suportado por pequenos muros de xisto. As suas mais de 25 castas traduzem uma diversidade só possível de encontrar em vinhas tão antigas. Cimentadas em pequenos socalcos expostos a Norte, entre altitudes que variam dos 180 aos 210 metros, são tratadas ano após ano pelas mãos experientes de quem vive o Douro dia após dia. A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista. Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas. Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro