Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Vinho
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- Colheita: 2017
O Feuerheerd's Garrafeira da colheita de 2017 é o resultado de uma criteriosa seleção das melhores uvas das castas Touriga Nacional, Touriga Francesa e uma pequena quantidade de Tinta Amarela, Tinta Roriz e Sousão. Este vinho, de grande complexidade, elegância e equilíbrio, estagiou 24 meses em barricas de carvalho francês, foi engarrafado em 2020 e passou mais 32 meses na cave antes do seu lançamento.
Legado representa um tributo de Fernando Guedes e da sua equipa ao melhor que o Douro tem, uma singela homenagem às raízes da Sogrape. Este novo Legado representa um retrato autêntico do terroir da Quinta do Caêdo, mantendo-se fiel ao seu estilo de elegância, harmonia e longevidade.
De cor rubi, o nariz apresenta um aroma muito intenso a frutos pretos. No palato, o vinho é poderoso, com grande riqueza e uma boa estrutura de taninos. No entanto, mostra mais frescura do que fruta pura. O final possui um toque austero e longo. Trata-se de um vinho com um excelente potencial de envelhecimento.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douro e que merecem estar nos lugares cimeiros.
Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
O Quanta Terra Manisfesto é um vinho complexo, com uma cor púrpura intensa e aromas de frutos pretos. Na boca é intenso, com taninos densos, alguma frescura, nuances de especiarias e muita persistência.
Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta Terra que, à data, era apenas uma ideia.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Muito elegante, complexo e intenso. Aromas de frutas de baga selvagem, baunilha, cacau e especiarias. Um vinho com um equilíbrio incrível, onde a fruta e as especiarias se fundem com a elegância dos taninos. Reflete o terroir onde as vinhas estão plantadas.
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Culmen Reserva é um clássico da adega LAN e de La Rioja. Culmen Reserva é feito a partir das variedades Tempranillo (85%) e Graciano (15%). As uvas provêm de uma rigorosa seleção de vinhas com mais de 40 anos em Rincon (Viña Lanciano). Os vinhedos têm uma produtividade de 3.800kg por hectare.
Os vinhos Almaviva são o resultado de uma parceria entre a Viña Concha y Toro, um dos maiores produtores de vinho chileno com prestígio histórico, e Château Mouton Rothschild. O objetivo desta parceria, seria criar um vinho Premium Franco-Chileno de qualidade excecional, que se viria a chamar Almaviva.
O primeiro vinho a ser lançado com este conceito foi em 1998, e logo de seguida, ascenderam ao sucesso internacional.
Este é um vinho produzido a partir das castas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Carménère dos 50 hectares de vinha que Concha y Toro possui em Puente Alto, seguindo a enologia clássica francesa. Nesta área, o terroir é excecional para produzir vinhos de grande caráter, prontos para competir com os melhores vinhos tintos do mundo.
Cor vermelho escuro. Aroma muito franco de ameixas pretas e frutos vermelhos maduros, mentol, moca e tabaco. Prova completa com acidez equilibrada e taninos vibrantes. Final de prova muito longo e persistente.
De cor rubi, encorpado, com um aroma intenso a frutos vermelhos e baunilha, com algumas notas florais. Na boca apresenta volume, acidez bem incorporada na fruta e taninos sedosos. O final é longo, harmonioso e elegante.
Lote de Códega do Larinho e Viosinho. Bastante intenso na cor. Complexo no aroma a apresentar notas fumadas e de ervas medicinais a sublinhar apontamentos de toranja e ananás salgado, ainda com um toque floral e alguma tropicalidade. Amplo e untuoso, sem perder a elegância graças à sua estrutura acídica. Generoso no sabor até ao final de boca.