Cor rubi com boa intensidade.
Fantástica complexidade, elegante lembrando frutos vermelhos muito frescos, especiarias e minerais.
Sedoso, com boa acidez, taninos polidos conferindo austeridade e um longo final. Muito gastronómico.
Combina particularmente bem com carne de porco preto, leitão, bacalhau confitado e peixes gordos.
Ataque muito cremoso e rico. Acidez equilibrada, excelente estrutura e persistência.
Início
Existem 2069 produtos.
Ana Rola junta-se à sua amiga de longa data, Helga Rodrigues, para iniciar um projeto no Douro, cuja filosofia envolve criar vinhos originais e complexos, combinando as castas tradicionais provenientes de parcelas individuais e de solos com composição diferenciada.
Assim os seus vinhos são vinhos de autor, criados em pequenos lotes, enaltecendo a qualidade das suas origens e desenhado para um consumidor moderno e esclarecido.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
O Charme é um vinho raro produzido pela Niepoort, no Douro, a partir de uma mistura de castas, com predominância de Tinta Roriz e Touriga Franca, dando origem a um tinto elegante e complexo, com taninos macios e envolventes.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhor
Vista Alegre Vinho do Porto Branco, DOC Porto. Leve, fresco, mel, frutas brancas. Simples e agradável. 19% vol
Notas de ervas aromáticas secas, tomilho limão, alecrim, flores do campo. Intenso, exuberante, cheio de garra e personalidade.
Maynards Porto Vintage 2021, DOC Porto. Concentrado, fruta negra, violeta, especiarias, taninos. 20% vol
Quinta da Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.
Herdade Papa Leite Religiosamente Guardado é um vinho tinto de edição limitada, obtido pelas castas Syrah, Alicante Bouschet, Merlot e Cabernet Sauvignon. Apresenta-se de cor granada e de aromas a fruta preta madura, como a ameixa. Destacam-se, igualmente, notas de especiaria fina e frutos secos. Na boca é muito equilibrado, incrivelmente fresco e volumoso.
A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, conta
A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, contando com 320 hectares alargados à produção de vinho, azeite e bovinos. As vinhas são plantadas nos solos argilosos e as uvas colhidas à noite e selecionadas antes de entrarem na adega, onde é garantida a produção do vinho com a melhor matéria-prima obtida.
Para a produção do vinho branco Tiro no Escuro foram utilizadas uvas provenientes de vinhas plantadas em solos de argila e xisto-calcários, com predominância da casta Viognier. De cor amarela dourada, apresenta aromas de média intensidade, com frutos citrinos que evoluem para frutos cozidos e compota, devido à sua evolução em barricas, onde estagiou durante 2 anos. Na boca apresenta alguma acidez, madeira bem integrada que lhe confere estrutura, notas de frutos secos e um final longo, revelando bom potencial de envelhecimento em garrafa.
A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela p
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Existem vinhos eternos. São vinhos que nos contam histórias e que nos fazem parar no tempo. Videira a videira, lemos o nosso mundo, as rugas da vinha velha, muito velha, guardadoras de sonhos, encantos, promessas, um diário vivo de sabedoria e resiliência, a guardar a história de cada vindima.
De cor rubi carregado, impressiona no nariz pela sua extraordinária complexidade e frescura aromática, onde se destacam elegantes notas de esteva, frutos silvestres do Douro e especiaria. Na prova de boca inicia de forma compacta, evoluindo para um vinho muito sedutor, onde podemos encontrar taninos de textura suave em perfeita harmonia com notas retro nasais que lembram frescos aromas de bosque. Termina de forma muito envolvente, em perfeito equilíbrio e com excelente persistência. Um vinho singular que expressa toda a identidade da centenária vinha Maria Teresa.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Que