Aroma apelativo com notas discretas de frutos tropicais frescos, complexadas com ligeiras nuances do balseiro onde fermentou e estagiou e um agradável enxofre vulcânico.
Na boca tem uma acidez refrescante e mineralidade. Volume muito envolvente e persistente. Final salino.
Vinho
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Verdelho é um vinho branco monocasta do Pico, com um aroma marcado por notas de frutos cítricos envolvidas num agradável perfil vulcânico muito mineral. Aroma marcado por notas de frutos cítricos envolvidas num agradável perfil vulcânico muito mineral. A boca é elegante e refrescante mostrando toda a influência da proximidade ao mar.
O vinho elaborado em método Solera, em que a colheita seguinte atesta a anterior sem qualquer remoção de borra. O resultado é um Arinto dos Açores tri-dimensional com a expressão da casta, da acumulação de borra fina e da combinação de quatro colheitas. O Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, tendo em comum com o Arinto do continente apenas o nome e a boa acidez.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto plantadas nas vinhas da Fundação Eugénio de Almeida. Quando as uvas atingem o estado de maturação ideal são colhidas e transportadas para a adega, onde se inicia o processo tecnológico: desengace total e ligeiro esmagamento, prensagem, arrefecimento e clarificação do mosto. Uma parte do lote fermenta em depósito de aço inox, fermentando a outra parte em barricas de carvalho francês, à temperatura controlada de 16ºC. Após a fermentação segue-se um estágio, sobre borras finas com batonnage periódica, durante12 meses. Por fim, procede-se a filtrações, loteamentos, estabilização tartárica e proteica, filtração final e engarrafamento a que se segue um estágio final de 9 meses em garrafa.
O vinho apresenta uma cor citrina com um “bouquet” onde estão presentes os aromas minerais, florestais, com um sabor fresco, com notas minerais e uma excelente acidez crocante.
As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O vinho Morais Rocha Reserva Branco 14 meses em barricas de Carvalho Francês. Morais Rocha Wines nasce da vontade, há muito esboçada, em produzir vinhos de excelência que exprimissem todo o carácter singular da região da Vidigueira.
Este Vindima Tardia é um vinho de aroma intenso a figos, frutos secos, marmelada e mel. Na boca revela uma doçura agradável e um interessante volume e elegância, terminando longo com uma equilibrada e vibrante acidez.
O vinho Balluta Chardonnay Branco com uvas colhidas na Herdade Penedo Gordo, durante as horas mais frescas,tratada de forma a reduzir as oxidações.Vinificação a baixas temperaturas.Final de fermentação e estágio em barrica de carvalho francês, com battonnage durante 3 meses.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
Fermentação com leveduras indígenas, em ânforas de cerâmica microporosa produzidas manualmente em Itália, com 600 litros de capacidade. Estágio sobre borras durante nove meses com bâtonnage.
A edição do Malhadinha Branco 2022, à semelhança de anos anteriores, denota um nariz que conjuga frescura e complexidade, fruta, barrica e algum floral em perfeita harmonia. Na boca, a estrutura é suportada por boa acidez resultando num vinho equilibrado e elegante com um final longo e persistente.
Na boca é volumoso mas fresco, com notas cítricas, fruta de polpa branca e untuoso, com um final prolongado.
É um vinho produzido a partir de uvas de vinhas com mais de 15 anos, com produção reduzida, e envelhecido em barricas usadas de carvalho francês adquiridas na região da Borgonha. O aroma é frutado, mineral e muito complexo, com notas de compota, bergamota e especiarias. Na boca é firme, com muita acidez bem integrada e um final longo.
O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal.
Embora elaborad
Descubra o Vinho Luis Pato Quinta Do Ribeirinho Sercialinho Branco 2022, uma obra-prima do enólogo Luis Pato. Este vinho branco distingue-se pela sua complexidade e elegância, fruto de uma vinificação cuidadosa e de um estágio em barricas de carvalho.