O Borges TN TN CXL 140 nasce das melhores parcelas de Touriga Nacional, cuidadosamente selecionadas na Quinta da Soalheira, no Douro, e na Quinta de São Simão da Aguieira, no Dão.
Mais do que um vinho comemorativo, o BORGES TN TN CXL 140 simboliza os “NOVUS CXL”, marcando o início de uma nova era nos 140 anos da Borges. Esta criação celebra uma visão de transformação e progresso, sustentada pela busca incessante pela excelência e pela determinação em posicionar a Borges como uma referência de qualidade no setor vinícola, em Portugal e além-fronteiras.
Vinho
Existem 30 produtos.
Legado representa um tributo de Fernando Guedes e da sua equipa ao melhor que o Douro tem, uma singela homenagem às raízes da Sogrape. Este novo Legado representa um retrato autêntico do terroir da Quinta do Caêdo, mantendo-se fiel ao seu estilo de elegância, harmonia e longevidade.
Aroma frutal com um toque de madeira, na boca fruta preta madura e especiarias, intenso, saída forte com taninos presentes e persistentes.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que representa uma coleção de valores, ideias, histórias e vinhos.
O Quinta do Vale Meão 2020 provém de uma rigorosa seleção das uvas produzidas nas vinhas mais antigas da Quinta.
Uma combinação de várias castas, com destaque para a Touriga Nacional e Touriga Franca, a Tinta Barroca, Tinta Roriz e Tinto Cão em percentagem mais reduzida.
Com pisa a pé em lagares de granito, fermentação em cubas e posterior estágio durante 16 a 18 meses em barricas de madeira.
Icónico e sempre a brilhar nas mais conceituadas revistas e críticos de vinhos, é um vinho memorável!
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Este vinho surpreende pela sua pureza e sofisticação. Resulta do perfeito equilíbrio das principais castas da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo — Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz —, uma composição que reflete com transparência e elegância o terroir do Douro.
Apresenta cor intensa, que remete para as encostas xistosas e a paisagem agreste dos socalcos durienses. No nariz, revela uma ampla viagem de aromas, com notas densas e sedutoras de fruta madura, complementadas por uma sofisticada integração da madeira de carvalho francês. Na boca, destaca-se pela estrutura musculada, textura suculenta e final tenso, longo e profundo, num conjunto harmonioso e de grande caráter.
Cor rubi fechada. Destaque principal para a combinação de frutos vermelhos, frutos silvestres, aromas de violetas com especiarias provenientes da madeira. Entrada cativante e suave, seguida de uma elegância fresca e cativante em combinação com alguma madeira fumada. Termina cremoso, intenso e com carácter.
As uvas que dão origem a este vinho provêm de vinhas velhas plantadas em solo xistoso a uma altitude média de 350 a 400 metros na região entre Freixo de Espada à Cinta e Barca dʼAlva, no Douro Superior.
Cor rubi, aroma muito intenso a frutos do bosque. Na boca mostra estrutura, densidade, frescura e elegância. Final muito longo e persistente.
Recomenda-se o seu consumo entre 16 e 18º.
Possui caixa de cartão individual, o que o torna um excelente presente.
Estes vinhos são conhecidos pela sua elegância e estrutura, sendo o formato Magnum ideal para um envelhecimento mais lento e harmonioso.