Vinho
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Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Tonalidade a água de rosas pálida, fina e apelativa.
Aroma delicado de notas florais a frutos vermelhos, morangos
e framboesas.
Boca volumosa e atraente, fácil com final longo, persistente e viciante.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
A QUINTA DE BELLA combina condições naturais singulares e uma viticultura sustentável tradicional para produzir vinhos de Térroir com um carácter único.
Inserida na histórica Região do Dão, na aldeia de Prime, freguesia de Fragosela, vizinha da cidade de Viseu, é uma extensa propriedade de aproximadamente 70 hectares que se desenvolve a partir da margem do rio Dão.
O Quinta da Perdonda Talhões Vinha Velha Tinto 2018 é um vinho premium do Dão. Produzido a partir de vinhas centenárias plantadas em 1948, destaca-se pela sua pureza, elegância e carácter de terroir, com uma produção de excelência muito limitada.
De cor pálida, pétalas de rosa, este vinho apresenta-se como um verdadeiro bouquet de flores, com aromas de citrinos e frutos vermelhos, tais como a framboesa e os morangos, assim como a fruta branca. Na boca é seco, frutado e aromático, degustando-se como um sorbet de frutos silvestres, que nos transporta bem longe com a sua frescura, e que se prolonga com elegância durante muito tempo. Esta é uma nova geração de vinho Rosé de Pinot Noir, surpreendente e agradavelmente gastronómica.
De cor cristalina com nuances esverdeadas, este vinho mostra a autenticidade da casta, de forma fresca e elegante. Notas de pêra e flores brancas no aroma. Com bom volume de boca e estruturado, evidenciando a tosta da barrica em harmonia com uma acidez vibrante e um caráter cítrico.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Presente em exclusivo nos vinhedos antigos da Serra da Estrela, e famosa pelos elevados níveis de acidez, esta casta era normalmente plantada na entrada das vinhas – não sendo definitivamente a melhor uva para comer. O seu nome diz tudo: Uva-Cão, a “uva que guarda a vinha”. Aos mais curiosos e aos mais sensíveis, um aviso: a acidez deste vinho é marcante!