A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
Vinho
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A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
De aparência cristalina e cor citrina, este monocasta apresenta perfil fresco e mineral. Destacam-se os aromas florais, com toque muito discreto a especiarias. Fresco e elegante na boca, surgindo notas de citrinos, com final delicado, mas persistente.
Envelheceu em barricas novas de carvalho francês durante 18 meses. Vinho não filtrado nem estabilizado pelo frio de modo a serem respeitados todos os seus elementos.
Cor amarelo citrino e aspecto brilhante. O aroma é delicado, com notas citrinas ligeiramente tostadas. Na boca, impressiona pela boa acidez e textura marcante, que lhe conferem uma enorme aptidão gastronómica.
Crasto Altitude 430 é o resultado da investigação sobre o potencial da vasta gama de castas autóctones do Douro que tem sido realizada pelas equipas de viticultura e enologia da Quinta do Crasto.
Produzido com as castas Tinta Francisca e Touriga Nacional, este é um vinho tinto de baixo teor alcoólico, típico das uvas cultivadas em altitude (430 metros), fresco e elegante. Apresenta uma cor granda, aromas limpos que relembram os frutos vermelhos e as especiarias finas. Na boca é envolvente e sedutor.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira,
Produzido maioritariamente a partir da casta Touriga Nacional, aliada à Touriga Franca, é um vinho de cor forte e boa concentração, com aroma de frutos silvestres, elegante e fresco na boca, com acidez e notas de madeira muito bem equilibradas, e um final de boca longo e persistente. Bom potencial de envelhecimento.
Depois de ter dedicado cerca 50 anos da sua vida à vitivinicultura Duriense, José António Castro Ramos Pinto Rosas, decidiu concretizar o sonho de realizar a “quinta perfeita” para a produção de Vinhos do Porto e Douro. Após um longo e detalhado estudo da Região Demarcada do Douro e com a ajuda de cartas topográficas, José Rosas encontrou uma propriedade com cerca de 20 hectares, no Douro Superior perto de Vila Nova de Foz Côa, que pelas suas características, julgou ter as con
No nariz, muito fresco e elegante, com notas de frutos silvestres bem definidos, sendo o aroma complexado pelas discretas notas de madeira. Na boca é muito elegante, denotando taninos de textura fina e finaL profundamente persistente, com uma frescura invulgar.
De grande intensidade aromática, rico e complexo. Fruta madura, notas florais de grande carácter, revelando bem a origem do vinho e a tecnologia utilizada. O estágio em madeira confere a complexidade e o suporte para um grande vinho de guarda. Na boca é muito estruturado, com taninos de grande qualidade. Longo e persistente.
Fruta, frescura, equilíbrio complexadas por um ligeiro estágio em madeira são as principais características deste vinho. Aromas com notas de pêssego e final longo e mineral. Este vinho é um branco ideal para acompanhar peixes, mariscos, carnes brancas e saladas.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
Cor palha com reflexos dourados. Aroma de grande intensidade, elegância e complexidade, com notas de toranja, lima, zimbro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, grande sensação de frescura e untuosidade, muito profundo, tenso e longo!
O Titan of Douro Vale dos Mil é um vinho branco produzido a partir de vinhas velhas, plantadas a uma altitude entre 750 e 850 metros. Apresenta uma cor palha com reflexos dourados, uma grande intensidade de aromas, destacando notas de lima, zimbro, folha de louro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, revela uma grande sensação de frescura e untuosidade, terminando longo e profundo.
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