Proibido Déjà Vu é um vinho cativante, com um aroma intenso a frutos vermelhos maduros. Na boca, revela uma excelente estrutura e equilíbrio, com uma textura envolvente e um final longo e persistente, demonstrando um grande potencial de envelhecimento.
Márcio Lopes nasceu no Porto, em 1983, e o seu gosto pela ruralidade cresceu na companhia dos seus avós, que sempre trabalharam na agricultura. Depois de ter tirado a licenciatura de Engenharia Agronómica, que terminou em 2006, começou a trabalhar com Anselmo Mendes já em 2005, em Melgaço. Depois em 2008 esteve na Austrália, onde realizou duas vindimas, em Rutherglen e na Ilha da Tasmânia. Em 2010, começou com dois projectos pessoais, Pequenos Rebentos e Proibido. Em 2017, abraçou um novo projeto na Ribeira Sacra, Espanha.
Vinho
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Este icónico tinto da Niepoort tem um bouquet complexo, atraente e refinado, onde delicadas notas florais de violeta se entrelaçam com frutos escuros, com um toque vivo de ervas frescas, nuances de grafite que acrescentam mineralidade e um toque de baunilha que confere alguma doçura, complementado por especiarias. O paladar estruturado e complexo revela notas de especiarias que realçam a profundidade do sabor, conduzindo a um final longo e redondo que se prolonga graciosamente no palato, deixando uma impressão duradoura.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que
A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho.
Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.
A exigência qualitativa a que o vinho Brites Aguiar obriga origina que só algumas colheitas sejam dignas de ostentar o nome da Família. O Brites Aguiar 2021 é o nono a ficar disponível para o consumidor.
É um vinho de extremos, com concentração e elegância, com taninos presentes mas delicados. Tem um longo fim de boca. Todo o processo de produção, da vinha à garrafa, é balizado por parâmetros de rigor extremo em que todos os detalhes são importantes para que o resultado seja este grande vinho.
Titan of Douro Vale dos Mil rosé é produzido exclusivamente a partir da casta Mourisco, utilizando apenas o mosto de lágrima. A fermentação decorre em barricas de carvalho francês com leveduras indígenas, seguida de um envelhecimento de 12 meses.
Apresenta uma cor leve de casca de cebola e aromas elegantes de flor de pessegueiro, cereja, framboesa e notas fumadas. Na boca, é sedutor, tenso e vibrante.
Luís Leocádio é um enólogo duriense apaixonado pela autenticidade do vinho português. Com uma abordagem que alia tradição e inovação, criou a marca Titan, expressão da sua visão pessoal sobre a região do Douro, de Távora-Varosa e da Beira Interior. Produzidos a partir de vinhas velhas em altitude e com mínima intervenção, os vinhos Titan refletem frescura, elegância e identidade, revelando
De cor rubi, o nariz apresenta um aroma muito intenso a frutos pretos. No palato, o vinho é poderoso, com grande riqueza e uma boa estrutura de taninos. No entanto, mostra mais frescura do que fruta pura. O final possui um toque austero e longo. Trata-se de um vinho com um excelente potencial de envelhecimento.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O 100 Hectares Branco possui uma bela cor citrina e um aroma jovem e muito frutado. A sua excelente acidez proporciona um equilíbrio perfeito e que muito contribui para o excepcional fim de prova, longo e fresco.
Tem uma cor muito profunda com ameixa carnuda, baga preta e groselha e camadas de alecrim, sálvia e minerais, um pouco de carvalho fumado também. Embora poderoso, possui um frescor adorável. Longo e persistente com taninos maduros e bem integrados.
É carnudo e fluido, com frutas suculentas e suculentas de ameixa e framboesa e notas elevadas de esteva e sálvia. Um atraente veio mineral esfumaçado (em vez de madeira) corre por ele. Pervasivo e persistente. Um pano de fundo de taninos atalcados e maduros confere uma textura sutil. Muito corpo e comprimento.
O Maritávora Colheita Tinto 2021 é um vinho biológico do Douro DOC produzido pelo enólogo Jorge Serôdio Borges. Combina as castas Touriga Nacional, Touriga Roriz e Touriga Franca, destacando-se pela elegância, notas de fruta madura e excelente estrutura proporcionada pelo seu estágio.
O Coche é o Branco mais cobiçado da Niepoort e que tem o perfil mais próximo de um grande Borgonha. Na definição do seu perfil, procuramos complementar o equilíbrio de fruta e com complexidade do estágio em carvalho francês, de primeiro ano e tosta baixa, da tanoaria François Frères. No nariz o estágio em madeira traduz-se em notas de mel, frutos secos e brioche que estão muito bem integradas com uma base aromática a alperce e citrinos e algumas de ervas aromáticas. Na boca tem a estrutura semelhante a um grande Borgonha: elegante, com álcool moderado e elevada complexidade aromática. O final é persistente e longo, complementado por uma excelente acidez que promete uma fantástica evolução em garrafa.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa
Vinho de cor retinta e fechada e com aroma marcado a frutos vermelhos maduros. Tem um volume de boca envolvente e surpreendente, quando pensamos na casta em questão, que o torna ainda mais admirável. A sua acidez e estrutura tânica prometem um bom e longo envelhecimento.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
A Real Companhia Velha é a mais antiga e emblemática empresa de vinhos de Portugal, com mais de 258 anos de existência e de actividade interrupta ao serviço do Vinho do Porto. Para trás, fica o registo de uma história fabulosa e de um passado glorioso. Para o futuro, permanece a vontade de manter um elevado padrão de qualidade dos seus vinhos e a confiança numa Companhia onde o rigor e a visão de fazer ainda mais história são uma preocupação constante. Proprietária de algumas das melhores quintas do Douro, a Real Companhia Velha tem sabido preservar e honrar a sua tradição, apostando no futuro, através de um constante processo de modernização e experimentação na Região Demarcada do Douro.