Vinho
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Tem uma cor amarelo citrino. Excelente intensidade aromática. Muito fresco, citrico e terpénico. Na boca é surpreendente, fresco e elegante. O final de boca é muito longo e persistente.
Cor vermelho granada. No nariz, a Touriga Nacional dá-nos a componente floral com aromas de bergamota e manjericão, enquanto a Touriga Franca se expressa em sabores como o mirtilo e a amora. Muito elegante e estruturado. Final longo com notas persistentes de fruta madura.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Cor vermelho intenso. Aroma a frutos de baga negros, eucalipto, notas anis e minerais a transmitirem complexidade. Vinho com a acidez equilibrada e volume, suportado por taninos bem maduros que transportam sabores frutados intensos e notas tostadas que prolongam o final.
Com uma cor rubi carregada, este vinho revela uma elegância e complexidade no aroma, proporcionadas pelos toques de especiarias e baunilha adquiridos durante o estágio em barricas de carvalho francês. Surge também uma agradável fragrância de fruta vermelha fresca. Em boca, apresenta taninos marcados e boa estrutura, culminando num final longo e volumoso.
A Quinta de Ventozelo é uma das mais antigas e maiores quintas do Douro, com cerca de 400 hectares, dos quais 200 são de vinha. Situada na margem esquerda do Douro, desenvolve-se num amplo anfiteatro apresentando condições excecionais de solo e de diversidade microclimática para uma viticultura de excelência.
A história da casta Syrah fala-nos de uma surpresa, que não sendo autóctone da região do Douro, mostra em Ventozelo personalidades inesperadas. Quase 5 ha de vinha ao alto, adaptada à severidade do Douro, mantendo o carácter da uva, sem esconder a verdadeira essência desta região demarcada.
De sabor autêntico e intenso, este vinho é produzido a partir de um lote único das principais castas da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo - Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão - sem estágio em madeira, demonstrando que não é preciso barrica para ser sofisticado.
De cor rubi, o seu aroma é jovem, exuberante e mineral, revelando um magnífico equilíbrio entre fruta, estrutura densa e álcool, com uma riqueza e volume fora do comum, prometendo evoluir muito bem em garrafa.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta li
Com Quintas no Douro Superior, em redor de Almendra, a Casa Agrícola Roboredo Madeira está ligada à viticultura na região, desde o final do século XIX.
Atualmente, a vinha mais antiga remonta a 1966, e desde então, foram introduzidas novas castas tradicionais, reconvertidas a modo de produção biológica. Com a construção da adega, desde 2004 que se produz vinhos que são o reflexo da paixão pela terra e do respeito pela natureza, que cheiram e sabem à terra, ao xisto, à esteva, às flores e aos frutos silvestres.
O Maria Mansa apresenta uma cor rubi intensa. Apresenta um aroma jovem, vivo, misturando frutos vermelhos com silvestres, com ligeiras notas de madeira que lhe conferem que lhe confere mais complexidade. Na boca tem muito boa estrutura e corpo com taninos redondos muito bem integrados. Revela uma frescura muito boa que o impulsiona para um longo e sedutor final de boca.